quinta-feira, 28 de novembro de 2013

The Wanted - Demons [Audio]


É uma música maricas mas eu gosto... 

Só Coisas Boas

O meu LCD deu o pifo, sem ele não consigo usar o meu portátil, o meu pai diz para eu comprar um portátil novo, que tenho muito dinheiro no banco...
Pois tenho! Mas é meu :(
E por causa desta porcaria perdi a novela ontem...



terça-feira, 26 de novembro de 2013

Danielle Bradbery - Danielle Bradbery [Review]


Data de lançamento: 25 de Novembro
Estilo: Country
País: Estados Unidos
Classificação: 

Tracklist [Versão Deluxe]:
01 Young In America
02 Wild Boy
03 The Heart Of Dixie
04 I Will Never Forget You
05 Endless Summer
06 Talk About Lovr
07 Never Like This
08 Daughter Of A Workin' Man
09 Dance Hall
10 Yellin' From The Roof Top
11 My Day
12 Jesus Take The Wheel [Faixa Bónus]
13 Born To Fly [Faixa Bónus]
14 Maybe It Was Memphis [Faixa Bónus]
15 Who I Am [Faixa Bónus]

Danielle Bradbery conseguiu a proeza de ainda antes de lançar material original alcançar mais de meio milhão de downloads dos seus singles enquanto participante do programa "The Voice", o qual acabaria por vencer monitorizada por Blake Shelton que viu nela uma promissora estrela country.

Desde a capa cor-de-rosa ao título homónimo passando pela toada country que se esperava deste álbum de estreia a verdade é que há razões para se acreditar que existe, efectivamente, um futuro promissor para Danielle. Ajudada pelos melhores letriatas do panorama country norte-americano o alinhamento do álbum vai desde as típicas canções pop-country juvenis ["Young in America"; "Endless Summer" ou "Dance Hall"] até às power-ballads ao melhor estilo de Carrie Underwood ["I Will Never Forget You""Never Like This" ou "My Day"] passando pelo country de "Daughter Of A Workin' Man" [a fazer lembrar "Pioneer" dos The Band Perry"], tudo foi orquestrado de maneira a fazer a cantora de 17 anos mostrar todo o seu poderio vocal.

No entanto, esse mesmo poderio vem seguido da maior lacuna na técnica de Danielle Bradbery: a falta de emoção, que já se tinha feito notar no seu primeiro single, "The Heart Of Dixie". Causada pela idade ou pela simples ausência de sentimento a verdade é que temas como "I Will Never Forget You" ou "Never Like This" perdem muito com a impessoalidade com que são cantados. É perceptível um certo desconforto ena transmissão de mensagens e situações que à cantora, do alto dos seus dezassete anos, provavelmente nada lhe dizem.

Ao alinhamento foram adicionadas quatro covers cantadas por Danielle ao longo do programa [de Carrie Underwood, Sara Evans, Pam Tillis e Jessica Andrews respectivamente] com uma roupagem mais country e menos comercial. De uma maneira geral os arranjos em piano das faixas assim como os coros de "Maybe It Was Memphis" colocam as versões gravadas anteriormente a um canto. 
No entanto todo o álbum possui momentos instrumentais que convém realçar, como as guitarras em "Young In America"; "Yellin' From The Roof Top" e "Talk About Love", o banjo em "Daughter Of A Workin' Man" ou as orquestrações em "I Will Never Forget You"  que demonstram a preocupação em não deixar que seja somente a voz de Danielle o único ponto de qualidade destes quinze temas.

Em suma, este álbum homónimo ainda está repleto de clichés do estilo mas possui na interprete todos os ingredientes para ser um sucesso e para lhe garantir um futuro promissor dentro da área. Esperemos que o crescimento da cantora, que conta agora com dezassete anos, seja acompanhado por um crescimento enquanto artista e que daqui a alguns anos possa ser chamada, com mais razões do que aquelas que existem agora, de uma fiel continuação de Carrie Underwood.  


"The Heart Of Dixie" foi o primeiro single original de Danielle Bradbery.

Lucy Spraggan - Join The Club [Review]


Data de lançamento: 4 de Outubro [Irlanda]
Estilo: Pop
País: Reino Unido
Classificação: 

Tracklist [Versão Deluxe]:
01 Someone
02 Tea & Toast
03 Lighthouse
04 91
05 The Tourist
06 In A State
07 Wait For Me
08 Mountains
09 Let Go
10 Last Night [Beer Fear]
11 Join The Club
12 You're Too Young
13 Paper Dreams
14 Rockliffe Bay [Faixa Bónus]
15 If I Had The Money [Faixa Bónus]
16 Butterflies [Faixa Bónus]
17 Safe[Faixa Bónus]

Quando em 2012 Lucy Spraggan foi às audições do X-Factor Britânico com o seu original "Last Night" e por aí continuou com "Tea & Toast" e "Mountains" ficou claro que aquela rapariga de viola ao colo tinha mais talento do que muitas das beldades que polulam na música pop de actualmente.
Apesar de ter desistido do concurso a meio, não caíu no esquecimento e um ano depois surge o seu álbum de estreia numa major-label, "Join The Club" que na sua maioria é constituído por temas anteriormente lançados no seu álbum independente de 2011 "Top Room At The Zoo" com singelas mudanças e com uma produção melhorada.
Mais do que uma cantora, Lucy é uma contadora de histórias e isso fica ciente em temas como "Tea & Toast" onde nos narra a história de um homem ao longo do tempo, "Mountains" onde nos fala de auto superação, "The Tourist" centrado numa mulher desejosa por viajar ou "You're Too Yong" centrado na temática mui-actual do bullying.

Em termos vocais não se encontram performances verdadeiramente extraordinárias, Lucy consegue estar com um pé na pop e com outro no rap/hip-hop o que resulta num conjunto consistente e sem grandes surpresas, para o bem e para o mal.

Instrumentalmente "Join The Club" é um álbum maioritariamente acústico/folk, com raras excepções como "Wait For Me" ou o infantil "Paper Dreams" dando uma imagem de unidade e coesão rara de se encontrar num primeiro álbum de estúdio.

Podendo ser considerado mais um álbum folk do que um álbum pop própriamente dito é nesta esfera que Lucy foi inserida e logo à primeira mostrou a muitas veteranas qual deveria ser o cerne dos seus lançamentos, a música.


"Last Night [Beer Fear]" foi o tema apresentado por Lucy na sua primeira audição no X-Factor Britânico conquistando a aprovação de todos os jurados.


Estou Velho

Sabem aqueles bonequinhos do Happy Meal? Aqueles que se montam num instante? Demorei quase dez minutos para encaixar a porra de um pau num dos bonequinhos no passado Domingo... Estarei eu a ficar mais velho ou os bonecos a ficar mais complexos?


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Keeping Up With The Kardashians


Eu sei que os meus gostos passam a ser facilmente questionáveis depois de vos confessor que um dos programas que mais vejo na televisão é o "Keeping Up With The Kardashians".

O que me prende àquele programa? Os brilhantes dilemas delas a ver se levam este vestido ou o outro? Se dizem às irmãs que elas são umas cabras ou não? Tudo dilemas existenciais perfeitamente compreensíveis. Nada disso...


Scott Disick, este gajo pode ter a inteligência de uma ervilha, de estar casado com uma das moças só para a chular, mas opá, vale bem uma espreitadela ao programa.Babetes são bem vindas.

domingo, 24 de novembro de 2013

Hugh Jackman Diagnosticado Com Cancro De Pele

After a mysterious spot on his nose caused his wife to become concerned, actor Hugh Jackman made an appointment with his doctor. A biopsy of the mark revealed it was in fact cancerous.Hugh took to Instagram to speak out about the importance of sunscreen in skin cancer prevention and visiting your dermatologist regularly. The photo showed the Wolverine actor’s bandaged nose with this caption, cautioning his fans to protect themselves from the sun’s harmful rays:“Deb said to get the mark on my nose checked. Boy, was she right! I had a basil cell carcinoma. Please don’t be foolish like me. Get yourself checked. And USE sunscreen!!!”Basal-cell carcinoma is the most common form of skin cancer. Though it has a low rate of fatalities, it can cause disfigurement and/or damage to the affected area and surrounding tissue.Jackman has not revealed any more details about his condition, but we wish him a speedy recovery.

Fonte

O que é que se passa neste Mundo meu Deus?




sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Invictus: The New Fragance By Paco Rabanne


Eu nunca fui muito de perfumes mas este hum, opá não sei... hum...

Avril Lavigne - Avril Lavigne [Review]


Data de lançamento: 1 de Novembro [Austrália]
Estilo: Pop
País: Canadá
Classificação: 

Tracklist:
01 Rock n Roll
02 Here's To Never Growing Up
03 17
04 Bitchin' Summer
05 Let Me Go [Feat. Chad Kroeger]
06 Give You What You Like
07 Bad Girl [Feat. Marilyn Manson]
08 Hello Kitty
09 You Ain't Seen Nothin' Yet
10 Slippin' On Sunshine
11 Hello Heartache
12 Falling Fast
13 Hush Hush

Vocês sabem que algo não está bem depois de ouvirem o quinto ano da cantora Canadiana quando passados onze anos vocês já não estão na escola, acabaram a vossa licenciatura, já trabalham e a Avril Lavigne, a caminho dos trinta anos continua a falar das mesmas coisas de adolescente que lhe trouxeram o sucesso com "Let Go".

Este álbum homónimo consegue juntar os melhores momentos da Avril dos primeiros álbuns ["Here's To Never Growing Up", "17", "Rock n Roll"] com a melancólica Avril de "Goodbye Lullaby" ["Let Me Go", "Falling Fast", "Hush Hush"] e consegue também ser surpreendentemente isento de surpresas.

É-me difícil engolir um álbum onde tudo parece remeter para um outro álbum lançado anteriormente pela cantora. Surpreendente só mesmo "Hello Kitty" quer pela música em si quer pelo facto de a cantora cantar em Japonês consegue revelar alguma novidade num mar de clichés. Surpreendente, pela negativa, é a balada Nickleback "Let Me Go". É inevitável compará-la a uma das baladas da banda de Chad Kroeger não fosse ele o actual marido da cantora. Mesmo a curiosa colaboração com Marilyn Manson ficou muito aquém daquilo que se poderia esperar da junção de dois artistas de estilos completamente diferentes. Mas valeu pela tentativa.

Já há muito tempo que me convencera que a cantora nada mais teria para mostrar ao mundo a não ser uma reciclagem do seu próprio som. Não é por acaso que este álbum, mesmo sendo o quinto da sua carreira é homónimo: este é o estilo de Avril Lavigne, gasto, repetitivo e que já não convence. Tenham vocês vinte, trinta, quarenta anos, Avril Lavigne continuará a cantar sobre como é ser-se adolescente e a brindar-vos com baladas de fazer chorar as pedras da calçada. 


"Here's To Never Growing Up" já vendeu mais de um milhão de cópias somente nos Estados Unidos.