Uma das coisas que mais me irrita (e que acaba por acontecer sempre) é sentir que, passado algum tempo, as pessoas acabam sempre por tomar o controlo daquilo que eu pensava poder controlar. Passa a ser uma relação de dependência, mais do que uma relação de igualdade. É quase como levar um cão a passar. Ele tem a trela e e o dono passeia-o por onde quer. Eu sou o cão.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
quarta-feira, 1 de abril de 2015
A Maior Mentira Do 1º De Abril
Hoje ainda me lembrei de pregar uma partida cá em casa, chegar aqui, olhar o Senhor meu pai olhos nos olhos e dizer-lhe:
"- Pai, eu sou um grande macho viril, engatei uma gaja"
para lhe dizer logo depois:
"-... opá não sou nada, sou paneleiro, o meu namorado tem uma pila"
Acho que ele não ia perceber qual delas era mentira...
O Meu Mapa De Folgas De Abril
Eu não disse que para me estarem a dar folgas a torto e a direito em Março me iam tramar daí para a frente? Ontem quando vi o meu mapa de folgas para Abril até pensei que tivesse visto mal, mas hoje, olhando bem para aquilo, parece uma folha do Where's Wally?... Neste caso, onde é que estão as minhas folgas?
Que Abril passe depressa por amor da Santa...
Caras Novas
Pelos vistos Abril trouxe caras novas para a empresa, uma delas vinda da concorrência, que SÓ POR ACASO era só o gajo mais jeitoso que lá andava.
Dizem que ele é casado mas eu digo-vos que não sou ciumento...
terça-feira, 31 de março de 2015
O Que Se Ouve Por Aqui
A minha irmã achava ultrajante eu não gostar desta música. Agora não suporta a quantidade de vezes que a ouço por dia. Talvez por que agora tenha razões para a ouvir. Digo eu.
segunda-feira, 30 de março de 2015
O Problema Não És Tu, Sou Eu #3
#2 AQUI.
E de um momento para o outro uma pessoa passa dos elogios disfarçados e dos foras para as mensagens de bom dia e boa noite e de "como correu o teu dia"...
Nunca fui dado a estas coisas, acho-as pirosas, desnecessárias e extremamente controladoras. No entanto quando o N se mostra todo entusiasmado com a coisa, eu penso, "por que não?"
O principal impulsionador da coisa é mesmo ele, o que me deixa um tanto ou quanto lisonjeado, é sinal que há sempre uma réstia de interesse lá dentro. Mas eu sei como as coisas são e chegou um ponto em que eu disse:
Talvez por que interprete tudo isto como uma forma de mostrar um interesse que passa o banal e quando o N me diz que não sabe muito bem o que sente eu só me pergunto se isso é representativo do tipo de mensagens que ele me tem mandado.
Houve alturas em que eu teria precisado de um tempo para reflectir sobre aquilo que sentia sobre as pessoas com quem me estava a envolver, se valeria a pena ou não esperar um pouco para ver o que acontece.
Até agora não esperei muito por causa do N mas acredito que ninguém vive de palavras eternamente. No entanto devo-lhe isso. Não quero forçar nada mas não quero esperar eternamente. É possível encontrar um meio termo? Ainda tentei perceber se ele quereria parar as coisas por um tempo mas já vi que não, isso seria parar uma corrente que agora supostamente só vai para a frente.
sábado, 28 de março de 2015
O Problema Não És Tu, Sou Eu #2
#1 AQUI.
A tecnologia tem evoluído muito nos últimos anos, mas ainda não é possível cobrirmos a nossa cara com merda digital. AINDA. Quando for, eu vou precisar de uns quantos baldes para me cobrir com a quantidade de merdas que disse ao N e que ele me deitou à cara (cara digital vá, para doer menos) pelo Whattsapp ontem/hoje à noite (acho que fiquei com uma dívida eterna ao dito programa por me ter impedido de ouvir aquilo que li).
Eu tenho a puta da mania que sou engraçado, e pronto, achei que tinha piada dizer ao N mal o conheci, que ele não era nada de especial, que não queria nada com ele, todas essas coisas que agora são uma bela de uma tanga.
E o N na inocência dele diz algo como :
" - Ah mas olha não faz mal por que eu até te acho um gajo fixe e não sei quê..."
Lol, mas a partir daquele momento a coisa deixou de ser sobre o que ele achava de mim e passou a ser sobre aquilo que EU estava a achar de mim mesmo. Comecei a realizar aquele exercício mui simples e mui humilhante de me pôr na pele da outra pessoa, neste caso do N, a tentar lembrar-me de todas as coisas que já lhe tinha dito e dos foras que lhe tinha mandado e só cheguei a uma conclusão:
Acredito que do meu parco historial amoroso eu tenha acabado sempre (ou quase sempre) com a ideia de que era a vítima no meio daquilo tudo. Depois, acho que me tornei na Lindsay Lohan no "Mean Girls", com a ideia de que as pessoas me faziam mal mas que eu não fazia mal a ninguém por muita porcaria que dissesse ou fizesse.
As porcarias pelas quais passei no passado acabaram, eventualmente, por moldar aquilo que faço/digo hoje em dia mas em nenhum momento pensei que pudessem estar a comprometer o meu futuro. Acredito que demoraria outros vinte cinco anos até encontrar alguém como o N que me dissesse que não gostou do que ouviu da minha boca, ainda antes de eu ter dado uma oportunidade para o conhecer melhor. Provavelmente nunca teria chegado a conhecê-lo até este ponto. Acho que ele me dava mais uma oportunidade de cada vez que eu o mandava passear, lhe dizia que não queria nada com ele, que ele não fazia o meu género, que aquilo não ia ter repercussão alguma.
Agora sei, ou pelo menos acho que é assim, que antes que ele venha a ser outra coisa qualquer, ou mesmo que não venha a ser mais nada, é, ou foi, por um curto período de tempo, meu amigo. E esforcei-me bem mais para o ter como amigo do que das vezes em que me levaram para a cama. Talvez por que se as pessoas fossem minhas amigas eu não teria sequer ido para a cama com elas...
sexta-feira, 27 de março de 2015
Aquecer Ou Passar Frio?
De há uns dias para cá que volta e meia tenho a companhia de um rapazito que trabalha para uma empresa de passeios de bicicleta/carruagem. Hoje, ao passar por mim e pela A com um amigo dele que eu não conhecia, e perante o comentário de que estava muito frio para nós que estávamos ali parados diz ele:
" - Vocês podiam aquecer-se um ao outro..."
A A ficou com cara de cu a olhar para mim, eu fiquei com a minha cara normal, que é igual a um cu e chegámos à conclusão que quem nos podia muito bem aquecer eram os rapazitos, um para ela e outro para mim. Por que é bonito partilhar.
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