sexta-feira, 5 de agosto de 2016
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Comprando Livros Escolares
A minha irmã transitou para o décimo ano, escolheu a área de Ciências, e hoje fui com ela comprar os manuais escolares.
Quando comecei este blogue encontrava-me já na Universidade, portanto o meu percurso escolar deve ser desconhecido para muito de vós; em 2015 ao invés de seguir o secundário via ensino regular, optei por um curso técnico profissional. Tendo-me inscrito em Comunicação, acabei por ingressar em Comunicação/Edição Gráfica, com uma vertente mais gráfica do que propriamente comunicativa.
Pagava uma mensalidade mas não tinha manuais. Tinha as chamadas "sebentas" que eram dadas no inicio de cada módulo, tendo as mesmas de ser pagas apenas quando pedidas uma segunda vez.
Assim sendo, e ignorando a dita mensalidade, a verdade é que os meus pais nunca mais tiveram a preocupação de comprar manuais escolares para mim.
No entanto já sabiam o quanto iriam gastar ao comprarem os manuais para a minha irmã.
Arregalei os meus cinco olhinhos quando a funcionária da Bertrand me disse o total dos livros todos.
Eu posso não ganhar muito bem, mas também não tenho grandes gastos. E, tendo pago os livros do meu bolso, eu é que sei quando quero voltar a tê-lo lá dentro.
O Fato Do Casamento [Foto]
Não me perguntem quanto é que gastei no dito fato. Não me perguntem quanto é que gastei nos sapatos (que não aparecem na foto). Não me perguntem no que é que eles vão ajudar à minha auto-estima. Mas acho que fico muito fofo todo azulinho.
PS: Sim, este pau de vassoura sou mesmo eu. Só para esclarecer os que (ainda) pudessem ter dúvidas sobre a minha magreza.
Um Resumo Do Meu "Estado" Actual #2
A coisa até estava a correr bem.
Fui ao dentista e o dente lascado não era um problema de maior. O senhor nem me levou nada, o que foi uma recompensa bem merecida, depois de quase duas horas à espera.
Até já consigo mastigar a comida sem parecer que me estão a submeter a uma sessão de tortura.
Na primeira consulta de enfermagem estava tudo bem.
Na segunda (que acabou há uns vinte minutos) a coisa (que podia muito bem acabar por aqui) ainda vai demorar mais um bocadinho.
" - Disseram-lhe para tirar os pontos hoje? É que isto ainda não está cicatrizado. E não percebo por que é que nas urgências não lhe raparam a barba para o cozerem."
Oh minha senhora, não percebe você, a enfermeira antes de si também não percebeu, e não percebo eu, que vos mando cortar a porra da barba para vos facilitar o trabalho e mesmo assim ninguém ma corta.
É um cheirete a betadine nos meus queixos que nem vos passa pela cabeça.
E vou ter de (voltar a) sair mais cedo do trabalho para tratar desta porcaria.
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Quando A Diferença De Idades Cria Situações Constrangedoras #2
#1 AQUI.
" - Então puto tudo bem?"
Se me chamasse alguma coisa terminada em "-inho" manda-lo-ia à fava também.
Se me chamasse pelo meu nome, provavelmente pedir-lhe-ia para me chamar outra coisa qualquer por não querer estar a ler o meu nome a cada cinco minutos. E se ele insistisse, manda-lo-ia à fava também.
Será que me chama "puto" por que se esqueceu do meu nome?
Será que me chama "puto" para mostrar quem é que manda?
Será que me chama "puto" por que acha que eu gosto de me sentir mais infantil do que aquilo que já sou?
" - Então puto tudo bem?"
Acho que 99% das nossas conversas começa assim. Aqueles de vós que lêem o blogue há mais tempo sabem como abomino diminutivos e alcunhas foleiras (já me chamaram minion, já me chamaram coelhinho, entre outras) mas ainda não percebi o que achar desta.
Se me chamasse puta para iniciar uma conversa, provavelmente iria mandá-lo à fava.
Se me chamasse pelo meu nome, provavelmente pedir-lhe-ia para me chamar outra coisa qualquer por não querer estar a ler o meu nome a cada cinco minutos. E se ele insistisse, manda-lo-ia à fava também.
Será que me chama "puto" por que se esqueceu do meu nome?
Será que me chama "puto" para mostrar quem é que manda?
Será que me chama "puto" por que acha que eu gosto de me sentir mais infantil do que aquilo que já sou?
Eu sei, eu sei,seria muito mais fácil se simplesmente lhe perguntasse o motivo de utilizar tal expressão para comigo. Mas assim tiraria a piada à coisa.
Marcar O Número Errado E Dar As Respostas Certas
Posso não ter muitos números no telemóvel, mas quando me esqueço de o bloquear e ele liga para um número aleatório, acerta em cheio. Ligou logo para o A.
" - Ligaste-me, querias alguma coisa?"
Só aí vi que, efetivamente lhe tinha ligado. Pedi-lhe desculpa, mas, estava lançado o mote para uma conversa, toda ela, mostra de que estou muito bem servido.
" - Querias festa era?" - pergunta-me ele.
" - Hum, não, até por que já fizeste anos em Janeiro não é?"
" - Queres é que te coma esse cu..."
" - Só se quiseres comer comida já mastigada, já vens um bocadinho tarde..."
" - Querias que te batesse era? Não sabia que gostavas dessas coisas..."
" - Por acaso até sabias, pedi-te na altura e recusaste. Agora deixa lá..."
Ahhhhhhhhhhhhh, vai-te foder...
terça-feira, 2 de agosto de 2016
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Quando A Diferença De Idades Cria Situações Constrangedoras
Eu sempre soube que procurar homens mais velhos do que eu iria levar a que, um dia, eu ouvisse perguntas/comentários menos simpáticos, mesmo que inocentemente feitos.
Na passada Quinta, ao subir a rua 31 de Janeiro com o J, passei por uma conhecida minha da Ribeira, e, até ia passar despercebido, mas tendo-me ela cumprimentado, cumprimentei-a também, sem pensar muito nisso.
Ontem, ao encontrar-me a trabalhar, vem ter comigo e pergunta, num misto de malícia e curiosidade:
" - Quem era aquele senhor que estava contigo?"
Não querendo responder, remeti-me a encolher os ombros e, vendo que eu continuava mudo, decidiu arriscar, e a primeira tentativa que fez, foi.
" - Era o teu pai?"
Eu não sei se aparento ter a idade que tenho, mas o J não aparenta ter quarenta anos. E, embora não tenha de dar satisfações a ninguém, acho que me magoei um bocadinho com aquela suposição. Não sei porquê. Senti-me mal.
A (Re)descoberta Do P
Eu conheci o P ainda andava na Universidade. Ele foi o segundo homem com quem sai. Lembro-me que na altura lhe achei piada, ele era engraçado, tomámos café, chegámos a trabalhar juntos, partilhamos Facebook, Skype, enfim, nunca perdemos contato embora raramente falássemos.
Por razões que a própria razão desconhece, ontem lembrei-me de o contatar, e, de repente, foi como se tivesse sido atingido por um tijolo. Por que é que eu nunca tinha querido nada com ele?
Conheci-o numa altura em que, assim como 99,9% das pessoas se interessam mais pela parte de fora da pessoa do que pela de dentro, e como ele era gordo até dizer chega e peludo até mais não achei que não dava para mim.
Passados estes anos todos ele acha estranho eu manifestar interesse em estar com ele. Não sei quem é que está mais admirado nesta altura. Ele por eu estar interessado ou eu por só me ter interessado agora.
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