terça-feira, 8 de setembro de 2009

Música/Estado de Espirito III

Kamelot- Love You To Death

When they met she was fifteen Like a black rose blooming wild And she already knew she was gonna die "What's tomorrow without you? This is our last goodbye" She got weaker every day As the autumn leaves flew by Until one day, she told him, "This is when I die" "What was summer like for you?" She asked him with a smile "What's tomorrow without you?" He silently replied She said, "I will always be with you I'm the anchor of your sorrow There's no end to what I'll do Cause I love you, I love you to death" But the sorrow went too deep The mountain fell too steep And the wounds would never heal Cause the pain of the loss was more than he could feel He said, "I will always be with you By the anchor of my sorrow All I know, or ever knew, Is I love you, I love you to death" "What's tomorrow without you? Is this our last goodbye?" [Solo] "I will always be with you I'm the anchor of your sorrow There's no end to what I'll do Cause I love you"

Não comando a minha vida para dizer que amarei alguém até á morte, mas posso dizer que quando amo, amo com toda a minha vida. E, é por isso que nestes dias ando meio morto.

Acarretar Culpas

Acho que eu, como muita gente por esse mundo fora, tendo a acarretar as culpas que não são minhas. Algo corre mal, um problema, uma discussão, e parece que a culpa é, directa ou indirectamente minha. Muitas foram as vezes que assumi a culpa que não era minha só para ficar de bem com certas pessoas. Muitas dessas pessoas não sabem dar o valor. E, de certa forma isso acaba, de uma forma ou de outra, por ajudar. Ajudou- me a perceber que já tenho problemas suficientes para assumir mais encargos. Ajudou- me a perceber que, por muito que tentemos não as conhecer, há sempre alguém que se tenta aproveitar de nós e levarmos a fazer o que não queremos. Se há uma culpa que acarreto por causa desse tipo de gente é a de não lhes ter dito o que devia na altura própria. Pena, o tempo não volta para trás. E eu também não.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Regressar á Realidade

As férias estão quase a terminar e sei que irei abdicar de muita coisa que agora me enche a mente. Será realmente difícil. De momento tudo o que está fora do que penso parece- me distante, sem importância, e não quero regressar a isso outra vez. Sei que voltarão os problemas, as preocupações, e, tudo o que penso agora será remetido para um plano secundário, e, simplesmente não consigo pensar nisso. Queria adormecer e só acordar quando realmente tivesse a certeza de que um dos dois mundos era uma ilusão.

Música/Estado de Espirito II

Mesmo sabendo que não fui abandonado, sinto- me bastante só, nâo porque me deixaste, mas porque não posso passar todos os momentos contigo e sei que isso é impossivel.


Kamelot- Abandoned (Live)

Once my life was plain and clear I recall Once my ignorance was bliss Nightfall came Like a serpent's kiss To my troubled mind Why my God Have you abandoned me In my sobriety Behind the old facade I'm your bewildered child So take me cross the river wide Binding promises were made On my soul Grand illusions lead astray Ice cold winds swept my heart away Bring me back to you [Helena] I remember a song Like in a dream Where September was long And winter unreal Why my God above Have you abandoned me In my sobriety Behind the old facade I'm your bewildered child So take me cross the river wide

Quantas e quantas vezes perguntei porque tinha sido abandonado, e, mesmo contigo, tenho sempre medo de te perder. Acho que o medo é a pior coisa com a que tenho de lidar quando me refiro a ti. Tudo o resto, acho que é dificl dizê- lo em miseras linhas.

domingo, 6 de setembro de 2009

Resumo de Um Sentimento

Nem parece que te conheço, irá fazer quase um ano! Ao longo deste ano, tive os meus altos e baixos, não chorei, mas sofri, ainda sofro. E, apesar de o sofrimento turvar os meus pensamentos há os momentos de lucidez em que me mentalizo de tudo o que passo contigo, o que passei, e o que posso esperar. Não é no relativizar que perdes importância, pois essa só a irás perder quando nem me der ao trabalho de relativizar algo sobre ti.
Voltando ao inicio, durante praticamente o ultimo ano, mentalizei- me que:
- Posso passar um dia inteiro a pensar em ti, e passar semanas sem o fazer;
- Posso viver sem ti porque sei que mais cedo ou mais tarde irás voltar:
- Posso ser tão irreal para ti como tu o és para mim;
- Posso abdicar de um prazer maior para estar contigo mas sei que o mesmo não acontece contigo
- Posso não te conhecer realmente, mas consigo acreditar que não me mentes e que acima de tudo, tentaste ser realista em tudo o que me disseste
- Por muito que eu não queira sofrer mais, ainda me continuas a dar alegria e não consigo prescindir dos momentos que passo contigo para procurar algo melhor.
Acima de tudo, sei as respostas que daria se me perguntasses:
Amas- me? Não, mas sinto por ti algo que nunca senti por ninguém
Sofrerias por mim? Sofro por ti, mesmo que o mesmo não se passe contigo
Queres ter- me? Quero, é o que mais quero, mas não de mão beijada.
Acima de tudo, adoro- te e, qualquer coisa que diga para provar o contrário, seria mentira.
Adoro- te.

sábado, 5 de setembro de 2009

Mudar Por Alguém

Desde há algum tempo que não mudo por causa de terceiros. Muito tempo mesmo. Aprendi que, nem sempre o que achamos o melhor para eles, é o melhor para nós e, na realidade não sentia grande prazer nessas mudanças, porque, por muito que as provocasse de certa forma não alcançava algum tipo de realização pessoal.
Agora é diferente.
Há sempre alguém que muda um ciclo vicioso e que traz alguma coisa nova para uma vida monótona. Não quero mudar para lhe agradar, mudo porque sei que, quando falamos, sou eu mesmo que estou ali e que consigo ser mais do que aquilo que sou no dia a dia.Nunca me pediu que mudasse, não me disse que esperava outra atitude da minha parte, simplesmente aceitou- me como eu sou e estou- lhe muito grato por isso.
Há pessoas pelas quais vale a pena mudar.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Música/Estado de Espirito

É incrível como há músicas que reflectem na perfeição o nosso estado de espírito, e, que nos fazem pensar no que realmente sentimos de momento e, por uma fracção de segundo temos pelo menos a sensação de que não somos os únicos a passar pelo mesmo.


How well I remember all those moments when we touched But memories are all I have left hE took you away from, took you away from me I'm dying to love, I'm dying to live again Dying to love, to follow you Dying to love, my life I shall give I am dying to love, to finally live again Time moves on without me As I yearn for this to end How long must I bleed in this life When there's nothing to bleed for, nothing to feel anymore I'm dying to love, I'm dying to live again Dying to love, to follow you Dying to love, my life I shall give I am dying to love, to finally live again I'm dying to love, I'm dying to live again Dying to love, to follow you Dying to love, my life I shall give I am dying to love In death I will live again, live again, see you again, again

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Mudanças (In)Desejadas

Por vezes, para tentar preencher uma vida vazia, tenta- se de tudo. Mudar é bom. Porém, quando se muda apenas por nada mais ter para fazer, não é uma mudança que preveja uma longa duração, presumo eu.
Dizer que, afinal posso estar enganado, que afinal consigo gostar de algo que até bem pouco tempo não gostava soa- me a falso. Não que me sinta a mentir a mim mesmo mas, sinto que apenas mudo para sentir que faço algo em vez de apodrecer sem nada fazer. Porém, enquanto esta mudança está no seu auge não me queixo.
Não há mal nenhum em mudar- se. Nem que seja por umas miseras semanas.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Ser ou Não Ser

Sou a mesma pessoa para toda a gente. Porém, não sinto necessidade de estar em constante divagação interior, gosto de me divertir, contar piada, enfim, ser uma pessoa dita normal. Ao longo da vida tem havido pessoas com as quais criei afinidades mas a maioria parece criar uma espécie de aversão á minha pessoa. E, como a maioria, acabo por pensar que, me dou melhor com as pessoas com quem convivo ocasionalmente, do que com as que encontro no meu dia-a-dia. Chego mesmo a ser elogiado por esse pequeno grupo de pessoas e fico deveras confuso. Será que, ao longo da minha vida me tenho cruzado sempre com as pessoas erradas? Ou terei uma espécie de máscara que uso em cada caso especifico? Creio que, sou a mesma pessoa para todos e, isso leva- me a colocar uma questão:
Serei o que todos odeiam ou que alguns admiram?
Não sei.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Ajuda? Aqui Nâo

Acho que, como a maioria das pessoas, gosto de fazer as coisas por mim mesmo sem necessitar da ajuda de terceiros, não por orgulho, mas por amor próprio. Mas, assim como todos os outros, também tenho momentos em que preciso de uma palavra de apoio. Onde é que ela está? Perdida de certeza. Porque quando as coisas correm bem, não se diz nada, porque supostamente, a obrigação das pessoas é fazerem TUDO bem. Mas, quando as coisas correm mal, do que precisam todos? De uma palavra de apoio ou de um balde de água fria? É importante não distorcer a realidade, isso em nada ajuda, mas torná- la pior do que aquilo que já é, é ainda pior. Não sei porque continuo á procura de aprovação de alguém que nunca vai estar bem com a vida que tem. Para certas pessoas eu vivo num casulo. Mas há muito tempo que aprendi a voar e não se deram ao trabalho de reparar nisso.