With the constant need to make everything avaliable for anyone there's an awareness of captivating larger audiences to listen to classical music.
Sadly most projects end up messing up the classics and there is too little of classic in them.
Zephyrium, a North-American two pieces duo consisting of Michelle Haché (vocals) and Derek Smootz (electronics) one step back and two septs forward towards a million crossover projects and then there is Voyage, their debut album.
They went to the deepest of the roots of classical music when it came to choose the songs featured in "Voyage", as far as they cover a great bunch of classical composers giving them the ambiental vibe that i recall from Sleepthief's songs. Even though i have already listened to most of the songs there is no denying that they received some majestical touches making it feel like the first time when i listen to them. Is not it that makes music worth it?
Michelle's one of the few singers in whom i truly sense the classical training which gives the listener the feeling of listening to some true gem and not some facade singer. (that already performed in several plays such as "The Sound of Music" and "Ida" ) Hands down to a singer who can perform in several languages with a proper diction. Expecting something in Portuguese on the next album.
The ambience created around the songs by Derek's keyboards melts with Michelle's voice and as time passes the songs seem to fly by.
It is very interesting, from a listener's point of view, to recall the influces of different genres while listening to one single song and still feeling like they all come together to build a one-piece track.
Such a brilliant surprise for which i thank Derek for giving me the pleasure of reviewing it.
For those of you who feel curious about this project, feel free to access their Facebook page as well as their official website. "Voyage" will be avaliable for purchase tomorrow.
Below there is a track from Derek's band Longing For Orpheus, "At Sea", the first collaboration he did with Michelle, that can give you a glimpse of what Zephyrium have to offer.
Segundo parece este duo da Nova-Zelândia já anda nas bocas de muito boa gente devido ao seu single "Bridges" mas apenas hoje os conheci através do site UltimateMusic.
Este duo formado pelos irmãos Georgia e Caleb lançou até ao momento o já referido single "Bridges" tendo um novo single em mão, "Never Gonna Change" sendo que um Ep e um primeiro álbum de estúdio seguirão em 2014.
Para aqueles que vibraram com o sucesso da compatriota Lorde decerto que é um duo a ouvir. Pessoalmente lembram-me bastante o duo HURTS de quem sou um grande fã. E esperam-se mais novidades em 2014.
E aí está uma boa razão para se continuar a visitar lojas de música onde as pessoas realmente sabem cativar os clientes. Ontem ao dirigir-me à Piranha o dono da loja que também já não me via há uma porrada de tempo diz-me que tinha algo que era capaz de me interessar.
Innocence [Gerladine Larrosa], uma cantora crossover Mexicana, é casada com Carlos Marin [um dos elementos da boysband Il Divo] e no cd em questão, Innocence, tem a participação da Orquestra Sinfónica de Bratislava. Para quem gostar do Carlos Marin [como é o caso] o senhor também participa no álbum o que é sempre uma mais valia.
Escusado será dizer que com uma orquestração dessas eu me babei todo literalmente. Em nome próprio Innocence já lançou três álbuns de estúdio. Mais informação pode ser encontrada no link abaixo. Enjoy ;)
O nome de Bo Bruce apareceu-me à frente numa comparação vocal com Diana Vickrs e resolvi dar uma escutadela. Após o lançamento de um Ep, Bo Bruce participou na primeira temporada da versão britânica do "The Voice" onde foi monitorizada por Danny O'Donoghue dos The Script tendo chegado à final ficando em segundo lugar.
Posteriormente Bo lançou o seu álbum de estúdio em 2013 "Before I Sleep", uma mistura de pop/folk que alcançou o top dez britânico.
É uma alternativa ao comum da pop actual, se puderem, ouçam.
Volta e meia vejo nomes de géneros musicas tão estapafúrdios que a única coisa a fazer é ouvir, foi o que aconteceu com os Dead Silence Hides My Cries, com um suposto "Symphonic Metalcore". Eu quis ouvir o que seria aquela porra. Os Dead Silence Hides My Cries são originários da Bielorrússia e até à data têm dois álbuns de estúdio: "The Wretched Symphony" de 2011 e "The Symphony Of Hope" lançado este ano. Valem muito pelos toques de sintetizadores que colocam nas músicas. Sei que não é muito o estilo de música que costumo colocar aqui, mas hey, alarguem horizontes gente.
Para os que gostam mais da Katy Perry também se arranja qualquer coisinha:
Mais uma descoberta proporcionada pelo Spotify. Ao ouvir o top de singles britânico começa a tocar "Pompeii" e a minha irmã, num gesto pré combinado manda-me passar à frente ao que eu disse: " - Não vou passar, a sério não é para meter nojo, é que estou mesmo a gostar disto, mas vou guardar aqui o nome e depois ouço melhor."
E ouvi, e gostei. Bastille, uma banda, ou se assim quiserem um projecto onde o vocalista do vocalista Dan Smith assume as lides, mistura elementos folk, electrónicos e pop. O seu álbum de estreia "Bad Blood" foi lançado no início de Maio tendo alcançado o topo da tabela Britânica sendo o single que já referi, "Pompeii" o mais bem sucedido até à data.
Bastille lembra-me os FUN [coros, voz] e Owl City [instrumental] dois projectos de que somente gostava dessa parte que coloquei entre parênteses ou seja, faltava sempre alguma coisa. Bastille têm todos esses ingredientes e mais alguns o que faz com que se tenham tornado uma boa surpresa, para não falar de que estão no início o que os torna uma banda a seguir no futuro. Enjoy!
Conheci a música desta menina no UltimateMusic e achei tão engraçada que decidi partilhar. Não há muito para dizer sobreTich, assim Christina Grimmie, Tich lançou algumas covers no Youtube assim como material original.
Foi a primeira música que ouvi dela, achei uma música bastante engraçada [sem autotune, o que já de si é de louvar] e pronto viciei. Talvez a grande diferença entre esses dois nomes [para além da localização geográfica, Tich é londrinha e Christina é norte-americana] é a qualidade do material original, enquanto que os originais de Christina são de qualidade duvidosa os de Tich são bastante bons [dentro do género]. Tich tem tocado em diversos festivais no Reino Unido.
Ela encontra-se a gravar o seu álbum de estreia. Enjoy.
Quando coloquei "The Happiness Waltz" na minha lista de álbuns de Fevereiro menti com quantos dentes tinha na boca, ainda estava a ouvi-lo enquanto elaborava a lista mas a verdade é que o dia de ontem foi passado, grande parte dele, a ouvir este senhor e não duvidei que esse álbum me fosse surpreender pela positiva.
Mas Logan, como foste tu dar com o senhor? Vou ser o mais honesto possível, vi a capa do seu novo álbum, "The Happiness Waltz" e achei que o senhor tinha uma cara fofa. Pronto, sou uma pessoa fútil, tarada [podem adicionar mais adjectivos nos comentários se quiserem].
Josh Rouse é norte-americano e começou a sua carreira em meados dos anos 90 lançando álbuns tanto em nome próprio como em conjunto com outros músicos. Os seus temas são uma mistura de soft rock, folk, country, tendo também alguns temas em espanhol. Para aqueles que estão mais familiarizados com o estilo, considerem-no uma espécie de junção entre Jack Johnson E John Mayer que a meu ver resulta muito bem.
Óptimo para ouvirem quando estão em casa e precisam de uma boa música de fundo, quando derem por isso já ouviram dois ou três álbuns de uma assentada. Dêem uma vista de olhos [ou de ouvidos] e divirtam-se!