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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Eu Sou Uma Pessoa Muito "Fina"

Grosso, grosso só no pau. Eh eh brincadeirinha.
Eu sempre fui magrinho. No problemo. Mas sempre me vi Grego (sem passar a ser Deus Grego à pala disso) para usar pulseiras e relógios. Por acaso o relógio que uso actualmente consegue ficar bem justo ao pulso devido à quantidade de buracos que a bracelete possui.

Mas calhou de usar um casaco novo há dias. Saio de casa, dou meia dúzia e passos e pressinto que não levo o meu companheiro de pulso. Lá volto para trás para o ir buscar. Enquanto o faço dou um apalpanço no braço (algo que costumo fazer com frequência, visto mais ninguém me apalpar) e percebo que o dito está quase a meio do braço. Mas como sou tão magrinho nem dei por aquele volume em excesso numa zona que sempre foi fininha. Quem me dera poder sentir volumes do género a crescerem noutras zonas....


PS: Conta Bancária.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Magreza Extrema

Em 27 anos de vida, se alguém me viu gordo, que atire a primeira pedra (mas devagarinho para não magoar). Por isso a magreza sempre foi algo a que me habituei. Lembro-me de, ainda miúdo, as pessoas dizerem que eu era muito magrinho e a Senhora minha mãe lhes dizer:

" - Ai mas ele engana, ora pegue nele!" - então as pessoas pegariam em mim ao colo e veriam que, efectivamente, eu de magrinho tinha apenas a estrutura.

Os anos passaram e continuei o mesmo pau de virar tripas. Sempre nos cinquenta e cinco/seis kilos, foi o preço que parece ter sido acordado entre o meu metabolismo e qualquer balança que me tenha em cima dela.

Por isso é engraçado que, ontem ao ver as minhas omoplatas salientes a D me perguntar:

" - Não leves a mal perguntar-te isto, mas tu não estás mais magro?"

A verdade é que há umas semanas atrás fui comprar um cinto e na loja pedi para fazerem dois furos extra. Sendo que, na altura o primeiro furo extra era suficiente, agora acho que nem com o segundo consigo segurar as calças.

Hoje, ao chegar ao terminal rodoviário para apanhar a camioneta para casa encontro a M, uma amiga dos tempos do Ciclo Básico e que fui encontrando meia dúzia de vezes por ano. No desenrolar da conversa, já não me lembro a respeito do que falávamos, diz-me ela:

" - A primeira coisa em que reparei quando te vi é que realmente me parecias mais magro..."

Não sendo hipocondríaco nem demasiado zeloso da minha saúde, sei que o stresse me afecta mais do que qualquer maleita e que a primeira coisa a cair são mesmo as minhas calças. E não no bom sentido. Gostaria que fosse diferente. Há dois anos, foi mesmo aquela altura em que só um ou dois pares me serviam sem esforço e, mesmo que agora não me sinta nem perto disso, fiquei com a pulga atrás da orelha. Talvez ela me coloque um pouco de peso em cima.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Comentários Á Minha Magreza

Não gosto quando as pessoas fazem reparos à minha magreza. Muito menos quando essas pessoas são os meus pais. Ontem, ao vestir umas calças pela primeira vez:

Pai: " - Que pernas esqueléticas!"

Há uns tempos estávamos a almoçar, ele cola-se numa das minhas mãos:

Pai: " - Que dedos fininhos!"

E eu fico a olhar incrédulo para ele. É quase como dizerem a alguém:
"- Estás branco!" 

WTf, se a pessoa nunca foi preta! É por isso que me irritam os comentários à minha magreza, se eu nunca fui gordo não iria começar agora!