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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Um Sinal Do Tempo

Esta semana já me esqueci da quantidade de dias que trabalhei umas quantas de vezes. Não que já esteja a trabalhar há seis ou sete dias seguidos, é mesmo a minha cabeça que me anda a falhar mais do que o costume. Com um pouco de sorte ainda vou para o trabalho no meu dia de folga... Ontem quase que caia redondo no chão num momento de apagão geral a meio do dia... Melhor tratar do testamento. Quem será o feliz herdeiro dos meus álbuns da Britney Spears?


quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Só Falta Enterrar

Ir ao médico de família por causa de um problema e sair de lá com dois, quem nunca?
Entrar só para tentar remover uns sinais nas costas e sair com a informação de que afinal não são aqueles sinais com que me devia preocupar (são verrugas já agora, nome feio) mas sim outros que até tive medo de saber onde estavam e com a indicação de que esta tosse seca constante aliada a um nariz obstruído são o resultado de uma crise de asma.

Ainda me pergunta ele se fumo ou bebo. Fumar não fumo. Beber só quando o Rei faz anos.
Ainda bem que volta e meia lá faço "o amor" senão bem que podia ir logo para o abate, que isto está mau para os meus lados.

sábado, 23 de junho de 2018

O Martelinho Engripado

Quem foi a criatura que me acertou com um martelinho de S. João engripado? I mean, tanto tempo para ficar doente e fico logo nesta altura em que não há alma que me valha....
38,50 de febre... Acho que a última vez que tive esta temperatura foi, sei lá, na quarta-feira? Quando estava com urso todo suado em cima de mim, eu estava suado, e a coisa parecia o diluvio do Noé mas sem a arca e só com os animais?


Se a coisa não melhorar acho que vou ter de lhe povilhar o dito cujo  delecom Ben-U-Ron.... É via oral na mesma....

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Seguindo O Conselho De Uma Nutricionista Experiente

Pobre que é pobre leva comida de casa para o trabalho. Pobre como eu leva lasanha do Pingo Doce de quando em vez por que é rápido e é bom para caramba.
Mas a lasanha desta fim-de-semana tinha um cheiro esquisito e uma manchita um tanto ou quanto duvidosa que me fez recear que a dita estivesse estragada. Diz-me a C (que é muito bonita mas não muito esperta, por que nesta mundo não se pode ter tudo né?) :

" - Come, o que não te mata torna-te mais forte..."

Ora aí está um argumento de peso para confessar qualquer pessoa a fazer porcaria. Comer uma lasanha estragada e ficar a borrar-me aos bocadinhos durante dois dias ou permanecer fraco para todo o sempre? A primeira opção, obviamente.

Obrigado C.


PS: Comi a lasanha e não me aconteceu nada a nível intestinal. Presumo que agora esteja muito mais forte.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Uma Prenda Para A Mãe

A dar algo que seja alguma coisa de que as pessoas realmente precisem. Por isso, como o aniversário da Senhora minha mãe se avizinha lá lhe perguntei:

" - Há alguma coisa que queiras em especial?"

" - Paz e saúde..." - diz-me ela com o seu sorriso enfadado quando não quer pedir nada demasiado caro.

" - Olha, sendo assim vou-te oferecer um cartão da MEDIS..."

sábado, 30 de dezembro de 2017

Um Rewind De 2017

O ano passado foi ASSIM.


" - Estou a ficar velho para estas merdas." foi provavelmente o pensamento predominante do meu ano.
Estou a ficar velho para procurar machos, eles se quiserem que me procurem. Em detrimento disso, não encontrei macho e fiquei-me pelo J. Coisa mais duradoura do que a super-cola.
Estou a ficar velho para ter uma saúde de ferro. Tantos problemas de saúde a tramar-me a vida este ano. Foram dentes, foi o rabo, foram as alergias. Foram os nervos... Raios partam.
Estou a ficar velho para aturar as merdas das pessoas. Já nem conseguia aturar as minhas e agora já nem as dos outros me são suportáveis. Aproximei-me de muitas pessoas e afastei-me com a mesma facilidade.

Este foi o ano em que soltei a franga à carteira e fiz a tão almejada tatuagem que andava para fazer havia muito tempo....

Perdi o amor a mais alguns (muitos) euros e comprei um iPhone, que por esta altura já está velho por que no entretanto foram lançados mais dois. Maleitas da tecnologia. Mas não choro um único cêntimo que gastei no pequenino.

Fui muitas vezes ao cinema, coisa que antes era um bicho estranho. Umas vezes sozinho, outras acompanhado.... Vi "Logan" e perceber que seria a última vez que iria ver o meu Hugh Jackman a interpretar Wolverine bateu-me cá dentro.... como batia na Fanny.

Fui a dois concertos, de bandas que adoro há anos. Embora não seja adepto de multidões, foram duas noites em que consegui estar perto de "ídolos" e sentir toda a "magia" da vivência "in loco" das coisas.

Em termos laborais este foi o Verão mais organizado que tive desde que comecei a trabalhar. Perdi muito dinheiro mas ganhei outro tanto. Para o ano é a minha vez de ir embora no Inverno mas até lá muita água irá correr.

Adeus 2017 :)

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

"Pós-Operatório"


Correu tudo bem. Enfiaram-me o raio do tubo até ao tutano. Mas está tudo bem.
Agora já não posso dizer que nunca me enfiaram nada tão fundo.
Em minha defesa estava sedado e não posso dizer que tenha sentido alguma coisa. Mas a senhora mostrou-me as fotos intestinais e eu acredito.
Beber CleanPrep? Não desejo a ninguém. Não que o líquido seja tão mau como apregoava a Senhora minha mãe, aquilo até tinha um sabor aceitável a baunilha (nunca mais comerei waffers de baunilha com a mesma vontade). É mais o tempo que uma pessoa perde no WC depois de beber aquela porra. Eu sei, é um assunto de merda. Mas vocês, caros leitores, já sabem ao que vêem quando cá aparecem.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Piadas Colonoscopicas

Como é do conhecimento geral (ou pelo menos do conhecimento de duas ou três pessoas que lêem este cantinho) vou realizar uma colonocopia. Ou, melhor dizendo, irão realizar-me. É, como lhe chamam, meter o tubo pelo cú acima.
Uma pessoa tenta levar a coisa na desportiva e já encetei diversas respostas que poderei dar, eventualmente, aquando a realização do exame, ao qual me irá levar o Senhor meu pai.

Senhor meu pai: " - Não tenhas medo filho..."
Eu (olhando para o tubo) : " - Ai pai achas? Já meti coisas maiores ....Não doeu nada..."

Senhor meu pai: " - Vês filho, não custou nada..."
Eu: " - Realmente pai, quando o J me fodeu da última vez doeu mais..."

Senhor meu pai: " - Oh filho por que é que tu começaste a gemer mesmo anestesiado quando te enfiaram o tubo?"
Eu: " - Sabes como é, força do hábito..."

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Aquela Preocupação De Mãe

Hoje a juntar à baba que me escorre da boca quando vejo alguma coisinha jeitosa, tinha um ribeiro de água (nem sequer era ranho, só para verem a desgraça da coisa) a correr-me pelo nariz abaixo. Recebendo uma chamada da Senhora minha mãe a meio do dia lá lho contei e pergunta-me ela:

" - Já viste se tens febre?"

" - É mãe, vi com o termómetro que costumo trazer na carteira para estas ocasiões..."

"  Pois, realmente..."


Tadinha, gosto muito dela.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Aquele Momento...

... em que, como um paciente dito normal, vou fazer análises em jejum, a enfermeira olha para o P1, começa a enumerar o que lá vem e diz:

" ... não precisa de vir em jejum..." mas, depois olha para a minha cara e lá pergunta, já como quem pede desculpa:

" - O senhor está em jejum não está?"


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Com A Saúde Não Se Brinca

E parece que com a minha mania de meter coisas pelo cu acima vou mesmo de ter de ir à maca e fazer uma colonoscopia. As coisas não estão famosas para o meu lado.


domingo, 8 de outubro de 2017

Coisas Que Arruinaram Um Fim-De-Semana Dito Romântico

AVISO: No meio da desgraça encontra-se alguma badalhoquice.


O encontro anunciado AQUI aconteceu mesmo. Era tudo tão bom que acabou por correr (quase) tudo mal. Não para o H, que de nada sabe das minhas taras (nem tem de saber, pois são taras) mas para mim que a cada coisinha má que acontecia acrescentava uma pedrinha na minha latinha do "I'm So Done With This Shit" até atingir o número vergonhoso que me permitiu pedir-lhe para me levar embora dali. Até a minha forma pseudo-humorística de contar como tudo se passou é horrorosa. Sinto um bocadinho (muito) de nojo por estar a escrever isto mas sinto que se não escrever tudo o que correu mal (e que já enumerei tantas vezes na minha cabeça) dou em tolo.

A casa (andar dele)... A casa dele... A vista era linda.... Da varanda conseguia ver o mar e foi a ver o mar e com um livro que vi o pôr-do-sol mais bonito de que me lembro. Acho que nunca tinha prestado tanta atenção a uma coisa daquelas... Deu-me tanta calma, uma paz de espírito tal, que acredito ter sido essa mesma paz que me impediu de ter desabado com todas as coisas más que o antecederam (e precederam).

A VERGONHA DO FILHO

Pouco (ou nada) sabia da vida do H, por isso foi com surpresa que acolhi as fotos de um miúdo que pululavam por todo o lado. Não era necessário ser-se Daniel Craig 007 versão calção-de-banho azul para perceber que aquele miúdo era filho dele (embora actualmente ronde mais ou menos a minha idade). Não obstante era o quarto do filho que o H tinha "preparado" para eu dormir, mas a isso chegarei noutro capítulo não menos deprimente deste calvário.


" - Mas Logan, para que te interessa saber se o homem tem um filho? Não precisas disso para teres o homem na tua cama..." - dizem pessoas sensatas como vocês leitores.

Claro que não. Mas senti-me um miúdo, um puto ao lado de um homem que podia bem ser meu pai mas que estava ali para que eu me pudesse deitar com ele.

A VERGONHA DO ACTO SEXUAL

Não tardou muito para que tal acontecesse. Foi logo depois do almoço (para o qual eu nada contribui, assim como o jantar, sendo o típico hóspede de sala).

Contra as paredes contíguas da cozinha até à cama, num quarto sem estores, persianas ou algo que impedisse o calor estival em pleno Outono de entrar pela divisão dentro. Há um misto de ternura e desejo que poucas pessoas conseguem conjugar com destreza. Ele consegue. O que demorei para entender aqueles beijos... Quantas vezes terminei em bicos de pés ou quase a desfalecer no chão por não conseguir aguentar mais um rodo de língua?

" - Por que estás sempre a dizer que "não pode""? - perguntava-me ele a rir-se....

Não podia ter aquilo à minha frente. Aquele corpo que eu já sabia como era mas que nunca tinha tido oportunidade de explorar. E conseguia ver na cara dele que o que quer que estivesse a fazer, estava a fazê-lo bem.  Se assim era por que é que da minha parte não havia reacção alguma? Eu que já não sabia para que lado virar a cabeça à procura de ar que me era roubado em alguma parte do seu corpo.

Diversas vezes ele disse durante estes dias que estava todo podre por dentro. Eu é que estava. Com uma gripe mal curada, uma hemorróida que tão cedo não desaparecerá e um estômago que volta e meia dava mais dores do que as sentidas no orgulho, não sabia o que me consumia mais.

Tinha tudo que queria à minha frente e mesmo assim, nada... Ele, por sua vez, deitou tanta coisa para fora que duvidei que fosse eu o causador de tudo aquilo...

A VERGONHA DA TARDE

Findo o prazer diz-me que precisava de ver uns trabalhos relativos à Universidade. O que era suposto dizer-lhe? Que não o fizesse? Ia dar uma volta à praia sozinho qual bixa solitária numa zona em que não conhecia porra nenhuma? Ainda me perguntou se queria ouvir música ou ver tv mas declinei. Por sorte tinha levado “A Espia da Rainha” já a contar que pudesse acontecer tal coisa e foi o que me valeu. Não sei quantas páginas li durante a tarde. Mas foram muitas. Comecei com o sol a pique e terminei quase com o céu escuro como bréu. Foi a altura em que me disse começar a fazer o jantar.

A VERGONHA DO JANTAR

Vocês, leitores mais acérrimos do blogue, lembram-se de uma bebedeira que apanhei há uns dois anos? Se não se lembram, recordem-na AQUI (ou não o façam, por que esta foi quase igual). Os que não frequentavam o blogue por essa altura, leiam se quiserem. É uma fantástica leitura de WC.
Mas voltando ao que NÃO interessa, eu não bebo muito, não bebo quase nada. Até tinha prometido cá em casa não abusar no álcool durante estes dois dias. E não abusei! Dois copos de Casal Garcia foram o bastante para já sentir as pernas bambas e ter a consciência que a conversa (maioritariamente feita por ele e sobre assuntos completamente banais) iria descambar se eu começasse a falar e a abanar a cabeça. Mesmo estando ciente disso (por que tive de lhe dizer) ainda me quis convencer a ir para um barzito numa praia das redondezas, ao que acedi. Por incrível que pareça nada de mal aconteceu, talvez por ter tido o bom senso de não beber nada lá. E por ter reparado que no meio da pitalhada e gajos que por lá andavam nenhum chegava aos pés dele. Finda uma cerveja e um fino voltámos para casa. Por que depois de uma pausa a vergonha tinha de continuar.

A VERGONHA DA NOITE

Já em casa, mais uma cerveja, um ou outro cigarro já dentro de casa decide-se por unanimidade que era hora de ir para a cama. A escolha do quarto é que não foi unânime.

" - Já me disseram que ressono muito alto, e eu sei que ressono, o que incomoda as outras pessoas, por isso era melhor dormires no quarto do meu filho..."

Tendo eu um pai que é uma réplica humana de um comboio a vapor, sei bem o tormento que é levar com roncos descomunais num quarto contíguo. Mas estava cego demais pelo desejo de estar com ele para optar ficar no quarto ao lado. Tal não importou enquanto a brincadeira durou por baixo dos lençóis mas assim que o fogo se apagou e ele começou a dormir foi digno de gravação audio. Aquilo era muito, muito alto. Para piorar, cada um de nós só conseguia dormir numa determinada posição e mesmo sabendo disso só mais tarde lhe contei o quão burros fomos por termos compactuado em dormir juntos mesmo sabendo que não o conseguiríamos fazer pacificamente.
Não me lembro de quantas vezes acordei, de quantas vezes fui à casa-de-banho. Só sei que quando vi a aurora raiar e pouco depois o seu telemóvel tocar pensei que o calvário nocturno fosse terminar. Mas não foi o caso. Tendo dormido tão mal (ou pior) do que eu, pediu-me para dormir mais um pouco e eu acedi. Só não fiz o mesmo por que depois de acordar de manhã, dificilmente consigo voltar a pregar olho. Por isso levantei-me, vesti-me e fui mais uma vez para a sala, ler até que a vista me doesse, o que deve ter levado umas duas horas, até ele se ter levantado e declarado que eu me poderia ter servido do que quisesse. Eu não queria nada. Queria-o a ele. E quando o tinha, não sabia o que fazer com ele...
Depois de irmos comprar pão e visto que não se calava com a praia, acedi ao seu pedido e com uns calções emprestados (que graças a Deus não me caíram) lá fomos.

A VERGONHA DA PRAIA

Não me caíram os calções como vos disse. Caí eu, impelido por uma vaga no meio do mar. A coisa boa foi ele não ter notado. E eu ter notado o esforço colossal que fiz para não lhe saltar em cima ao vê-lo em preparos de praia. Acho que foi a parte mais molhada do dia. Isso e os meus boxers, que não tive a inteligência de tirar. E a pensar que tinha levado um par suplente que não encontrei, passei o resto do dia com aquilo tudo a badalar. Só para chegar a casa e encontrar uns boxers bem escondidinhos no fundo da mochila, como eu os tinha posto antes de ir.

Voltando a casa e já almoçados, eu estava por um fio para lhe dizer o que vos digo agora. Mas queria ir para casa para evitar mais merda. Por isso o seu trabalho surgiu como a desculpa perfeita para me põr a andar. E qualquer despedida que se preze envolve....

A VERGONHA DA DESPEDIDA

Um beijo. Que se tornou em mais um beijo. Numa mordida. E quando dei por ela, estava eu todo vestido com ele de joelhos a mamar-me. Sabia que se dependesse de mim ele ia mamar mais naquilo do que eu mamo nas gomas que compro na Hussel. Por isso cheguei a um ponto em que tive de o mandar parar, por não aguentar ter de adicionar mais uma desilusão rol. Não aguentava mais.
Durante a viagem pouco ou nada falei. E ele soube notar-lo e dizê-lo. Não me quis comprometer. Até ao fim. Até mesmo no momento em que ao fechar a porta me pergunta:

" - Vamos falando?"
" - Vamos?" - respondi-lhe eu com outra pergunta.

Ele é demasiado educado para continuar a falar comigo. Eu sou demasiado cobarde para continuar a falar com ele. Eu tenho demasiada vergonha de tentar o que quer que seja com ele uma vez mais. Ele é capaz de pensar o mesmo mas não mo dizer. Vai ser mais um caso que se irá desvanecer em pó provavelmente....
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Não querendo desvalorizar toda a seriedade inerente a tudo acima descrito esta é a parte mais séria e que aborda toda uma dúvida que me atormenta. O que se passa? Esterilidade? Demasiado solo player? Renegação de uma relação normal em prol de ser só um escravo sexual? Problemas sexuais? Até já pus a hipótese de ser hetero e não o saber. Será que aos trinta irei descobrir uma heterossexualidade que não sabia que tinha?

Se chegaram até aqui sem batota, obrigado por lerem. Obrigado :)

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Não Pode, Não Pode...

Tenho um "pelling" de que vou ficar engripado exactamente dois dias antes de entrar de férias...


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Um Post De Merda

Só gostava de partilhar o facto de que ando à meia dúzia de dias com uma prisão de ventre que nem vos digo nem vos conto. Se já tenho umas ideias merdosas, com toda esta merda acumulada, se isto me sobe à cabeça, fujam.


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Magreza Extrema

Em 27 anos de vida, se alguém me viu gordo, que atire a primeira pedra (mas devagarinho para não magoar). Por isso a magreza sempre foi algo a que me habituei. Lembro-me de, ainda miúdo, as pessoas dizerem que eu era muito magrinho e a Senhora minha mãe lhes dizer:

" - Ai mas ele engana, ora pegue nele!" - então as pessoas pegariam em mim ao colo e veriam que, efectivamente, eu de magrinho tinha apenas a estrutura.

Os anos passaram e continuei o mesmo pau de virar tripas. Sempre nos cinquenta e cinco/seis kilos, foi o preço que parece ter sido acordado entre o meu metabolismo e qualquer balança que me tenha em cima dela.

Por isso é engraçado que, ontem ao ver as minhas omoplatas salientes a D me perguntar:

" - Não leves a mal perguntar-te isto, mas tu não estás mais magro?"

A verdade é que há umas semanas atrás fui comprar um cinto e na loja pedi para fazerem dois furos extra. Sendo que, na altura o primeiro furo extra era suficiente, agora acho que nem com o segundo consigo segurar as calças.

Hoje, ao chegar ao terminal rodoviário para apanhar a camioneta para casa encontro a M, uma amiga dos tempos do Ciclo Básico e que fui encontrando meia dúzia de vezes por ano. No desenrolar da conversa, já não me lembro a respeito do que falávamos, diz-me ela:

" - A primeira coisa em que reparei quando te vi é que realmente me parecias mais magro..."

Não sendo hipocondríaco nem demasiado zeloso da minha saúde, sei que o stresse me afecta mais do que qualquer maleita e que a primeira coisa a cair são mesmo as minhas calças. E não no bom sentido. Gostaria que fosse diferente. Há dois anos, foi mesmo aquela altura em que só um ou dois pares me serviam sem esforço e, mesmo que agora não me sinta nem perto disso, fiquei com a pulga atrás da orelha. Talvez ela me coloque um pouco de peso em cima.


domingo, 12 de março de 2017

Agorafobia

De entre as muitas coisas em que acredito vir a decepcionar os meus pais, encontra-se, muito certamente,  a possibilidade cada vez mais certa de vir a precisar de tomar uns calmantes a ver se dias como hoje não se repetem. Agorafobia diz-vos alguma coisa? Sabem o que é? Google it.
Não sei quantas pessoas são necessárias para levar alguém aos arames mas a mim, basta-me uma ou duas. Ter um mirone atrás de mim, horas a fio a falar, enquanto se lhe juntavam mais uns quantos, fez com que, a meio da manhã eu deixasse o C sozinho e fosse sentar-me na cave a ver se me passava a neura.
E à tarde foi outra dose.


Podia-me dar para pior. E se calhar vai dar. Mas não agora.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

A Saúde Primeiro!

Depois do "semi" desastre que foi o nosso encontro anterior, encontrava-me a falar com o J quando este me fala em repetirmos um dia destes. Eu avisei logo:

" - Olha que eu agora já não estou isento, se for ao hospital tenho de pagar!"

A saúde primeiro!


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Picadas De Melgas

Tive de comprar uma pomada para as picadas das melgas. A quantidade de picadas que tenho nas pernas é para além de astronómica. Parece que estiveram a jogar batalha naval aqui no Je e tiveram de preencher tudo. Chegaram a sítios onde mais ninguém tinha chegado. Sítios onde não consigo coçar durante o dia, se é que me faço entender.


domingo, 14 de agosto de 2016

Depois De Tantas Idas À Farmácia

Vou tantas vezes à mesma farmácia (sim gente, à farmácia onde trabalha aquele farmacêutico do pecado) que até me fazem descontos em produtos que não estão em promoção. Esta semana fui lá comprar uns adesivos para os meus óculos de sol (por que, e acreditem ou não, eu tenho as minhas ricas orelhas em ferida por causa dos ditos, só por que hum, sou burro) e diz-me a farmacêutica:

" - Este produto custa x mas como você é cliente habitual vou aplicar-lhe o desconto x...."


Claro que agradeci à senhora mas fiquei sem perceber se o fato de ir muitas vezes à farmácia é bom ou mau...

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Um Resumo Do Meu "Estado" Actual #3

Já tirei os pontos!


E já consigo comer sem aquilo parecer uma sessão de tortura digna da idade média :)
Em suma, estou pronto para outra. Ou não.
Estou pronto para outra foda. Não estou pronto é para bater de queixos no chão outra vez!