terça-feira, 20 de agosto de 2013

Avril Lavigne - Rock N Roll [Video]



Um Convite [Irre]cusável

Ontem à noite estava no Skype e um daqueles contactos com quem raramente falo, um senhor irlandês, diz-me que está no Porto e eu digo-lhe que de momento estou lá a trabalhar e que se ele quisesse a gente poderia ver-se na minha hora de almoço, ao que ele me diz que sim, e que talvez conseguíssemos encontrar uma casa de banho.


Depois de falarmos mais um pouco lá lhe terei a ideia da cabeça mas honestamente não me estou a ver com muita vontade de ter aquele senhor a assediar-me no meu local de trabalho...

Assim Uma Pessoa Não Consegue Trabalhar...

Hoje mandaram-me para o outro cais, o Caís da Estiva, para tirar os bilhetes lá. Se eu vos disser que fiz mais de 1600€ em 10 horas vocês acreditam? Ora, nesse cais uma senhora monto uma banquinha e a meio da manhã apareceu lá um homem que penso ser filho dela.... A sério assim eu não consigo trabalhar... O senhor só trazia uns speedos vestidos e eu ali, com o meu colega de caixa, a tentar controlar a minha gayzice. Gente por favor lembrem-se que há pessoas que precisam de trabalhar!

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Gente Com Vergonha xD


Essa mania parva de as pessoas dizerem que perceberam as coisas quando não perceberam nada... grrr
Na Ribeira os barcos da companhia para a qual trabalho partem de dois pontos distintos, a horas distintas, Por vezes ao comprarem os bilhetes no meu stand os clientes precisam de atravessar a Ribeira para apanharem o barco. Então para os ajudarmos usámos como referência uma bandeira de Yellow Bus, parceira da empresa que os clientes conseguem ver do ponto onde nos encontrámos.

" - Do you see this yellow flag? There's another one just like this on the other side of the street, can you see it? You just have to go straight forward and that's where you take the boat."

Geralmente as pessoas percebem tudo à primeira e quando não percebem eu até saio do meu sítio para lhes dizer. Mas na maioria das vezes nem é preciso. Hoje apanhei um senhor [olha eu a ajudar os senhor, por que será?] que me apetecia mandar-lhe duas galhetas no foinho. Eu expliquei-lhe tudo direitinho e ele a dizer que percebeu, que percebeu... Mas eu, que nem sou destas coisas, vi logo na cara dele que ele não tinha percebido um caraças e quando lhe voltei a perguntar ele com aqueles trejeiros como quem pede desculpa diz-me que não tinha percebido......


A sorte de certas pessoas é mesmo serem giras, se fossem feias e burras iria ser bonito... Mas com as minhas explicações ele foi lá direitinho... e podia ter ido direitinho para outro sítio que eu cá sei... if you know what i mean...

domingo, 18 de agosto de 2013

EU NÃO MORRI [UM RESUMO DO QUE SE PASSOU NA VIDA DESTE TRENGO]


Desde já, um pedido de desculpas por não me pôr a contar o quão malucos têm sido estes dias.
Como diria Jack, o estripador, vamos por partes:

O meu pc continua avariado e tão cedo não o mando arranjar





Na Quinta Feira, assim à maluca, disseram-me que tinha uma entrevista na sexta, graças a um senhor que tem sido um querido e me conseguiu pelo menos um mês de trabalho.


Mas Logan, o que andas tu a fazer, andas a dar o cú? Andas a trabalhar numa empresa de sexphone? Não!

 Vendendo cruzeiros a dez euros por pessoa, crianças ate 12 anos não pagam, podem levar cãezinhos se quiserem!


E agora, quem são os maiores consumidores deste serviço, os TURISTAS!


Para aqueles de vocês que não conhecem o Porto e consequentemente a zona da Ribeira, aquilo é uma verdadeira mina de estrangeiros. Sim, muitos deles são verdadeiros fósseis, mas outros...  mon Dieu...
É verdade que já apanhei muitos apaneleiradinhos mas outros... E olhem que os Italianos são mesmo bons... no kidding...


Ora, a minha colega é mais direccionada para o Francês enquanto que eu domino o Inglês... E logo no primeiro dia, apareceu lá um Inglês, opá...


Ora, o rapaz comprou o bilhete e pusemos-nos lá a conversar, a fazer piadas pelo facto de a minha colega pintar as unhas, por ela ter uma plaquinha com  o nome e eu não, e nisto ele pergunta-me se eu sou dali, se eu sou Português... Eu lá lhe respondi que sim, que era, mas fiquei com aquela ideia de que o rapaz queria falar mais mas que pronto, não deu. Eu queria dizer:


Mas pronto... eu sou muito certinho...
Portem-se bem!

Ah mas antes tenho de fazer referência às duas russas que apareceram lá hoje de manhã e que ficaram muito constrangidas por nenhum de nós falar russo...

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Uma Vida Inteira A Viver Uma Mentira

[por algum motivo idiota estava-se a falar da Ivete Sangalo]:

Mãe: " - Eu gosto muito daquela música, a "Poeira"."
Eu: " - Sabes que o nome da música não é "Poeira" não sabes?"
Mãe [chocada]: " - Não é? "
Eu: " - Não, a música chama-se "Sorte Grande". 
[virando-me para a minha irmã]: " - Acabámos de arruinar a vida de uma pessoa hoje."

Liliane Marise - Eu quero uma Mala Chique [Video]



Ora digam lá se a voz da Maria João Bastos não vos faz roer de inveja por não terem uma mala chique como a dela! Melhor música ever.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Kelly Clarkson - Tie It Up [Video]

Tarja - Colours In The Dark [Review]


Data de lançamento: 28 de Agosto [Japão]
Estilo: Symphonic Metal
País: Finlândia
Classificação: ★★

Tracklist:
01 Victim Of Ritual
02 5000 Letters
03 Lucid Dreamer
04 Never Enough
05 Mystique Voyage
06 Darkness
07 Deliverance
08 Neverlight
09 Until Silence
10 Medusa [Feat. Justin Furstenfeld] 

Vazando quase um mês antes do seu lançamento oficial o quarto álbum a solo da cantora Finlandesa começara por surpreender logo pela capa pouco ortodoxa para o estilo. E assim como a capa também os temas aí existentes pouco devem à ortodoxia, no bom e no mau sentido.

Com uns singelos dez temas [uma diminuição gradual de álbum para álbum] "Colours In The Dark" fora precedido pelos singles "Never Enough" [uma música odiosa em vários sentidos, tanto instrumental como em termos de letra] e "Victim Of Ritual" [com um sampler de "Bolero" de Ravel, a fazer lembrar o sampler de "Requiem" presente no seu major single enquanto solista, "I Walk Alone" que longe de serem originais mantinham a mesma linha que conquistara os fãs da cantora em "My Winter Storm". No entanto aparte estes temas só "5000 Lettera" e "Neverlight" lembram a cantora dos álbuns passados. Assim como Sarah Brightman fizera em "Dreamchaser" a Finlandesa optou por seguir uma veia mais experimental que tornou "Colours In The Dark" o álbum mais original por ela lançado até à data como também o mais maçador.

Passagens como a extensa "Mystique Voyage" [a minha favorita até à data, é efectivamente uma viagem com muito misticismo à mistura], o indtrumental de "Deliverance" ou os riffs de "Neverlight" conseguem ser minimamente surpreendentes não fazendo valer no entanto os sessenta minutos de "Colours In The Dark". Durante tal período o ouvinte é raras vezes surpreendido, os temas sucedem-se sem que ocorram momentos que despoletem o desejo de voltar atrás para ouvir o tema anterior. Os temas em falta [incluindo uma cover de "Darkness" de Peter Gabriel] demonstram um maior cuidado na construção musical, mais do que em qualquer outro álbum lançado pela cantora mas é só.

Existem artistas que é difícil criticar devido à sua acérrima fanbase e Tarja Turunen é um desses casos. Os fãs mais devotos irão muito certamente discordar de tudo que aqui foi dito colocando "Colours In The Dark" num pódio isolado. No entanto enquanto grande fã do trabalho da cantora não me revejo, para já, neste novo lançamento. Pode ser que com o tempo se torne a masterpiece que "My Winter Storm" é para mim. Mas para já remeto-o à banalidade de muitos outros álbuns do estilo.



O video de "Victim Of Ritual" foi lançado a 10 de Julho.

"A Feira Das Vaidades" - Aquele Livro Que Mudou A Minha Relação Com Os Calhamaços

No ano passado por esta altura eu tinha falado da compra deste livrinho AQUI. Nunca cheguei a terminá-lo mas desde que me tenho privado do meu portátil que me tenho dedicado à leitura do dito desde o início e já tenho inclusive o filme para ver depois. Este livro, sendo um romance histórico, o meu género favorito, conseguiu tornar-se uma das obras mais odiosas que li na vida por reunir uma série de factores que abomino em qualquer género literário.

1) Insistência em gastar quase meia página para enumerar o nome de personagens que nunca mais aparecerão na história e que só servem para confundir uma pessoa.

2) Frases extremamente longas às quais é fácil perder o fio à meada.

3) Histórias paralelas: apesar de as personagens acabarem por estar todas interligadas a certo ponto as suas vidas acabam por deixar de se cruzar decorrendo a acção em mais do que um plano.

4) Consciência de que muitos dos capítulos só lá estão para encher chouriços. Acredito que o valor de uma obra se socorra muito desse tipo de capítulos mas eu dispenso-os por completo.

5) O último ponto não está directamente ligado com a obra mas sim com a tradução. Sendo uma obra que usa e abusa dos estrangeirismos assim como de referências extraliterárias seria bom contar com um background melhor do que aquele dado pela editora Bookit.


Mas é desta que o vou acabar de ler. Para nunca mais lhe voltar a pegar provavelmente.