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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Quote

" - What's the worst that can happen?
 - It will hurt.
- It already hurts."

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Sobre "A Star Is Born" E As Suas Nomeações Aos Oscars

A Academia nomeou "A Star Is Born" para vários Oscars a medo de ser trucidada por todos os fãs da Lady GaGa caso não o fizesse. Por que, lamento desapontar quem ainda não viu,  o filme não é assim tão bom. E isso não muda só por que passam "Shallow" umas cem vezes por dia nas rádios portuguesas.


quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

sábado, 13 de outubro de 2018

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Tatuagem #6

#5 AQUI.


Ao fim de mais de um ano com isto no braço, após vender dois bilhetes a um casal Inglês, pergunta-me a rapariga muito admirada enquanto me aponta para o braço:

" - Is that from "Les Misérables"?"


Finalmente alguém que não partiu do princípio que eu já estive preso! Mas os que pensam que me irão ver atrás das grades não desesperem, já faltou mais!

domingo, 8 de julho de 2018

Uma Comparação Imerecida

" - Pareces um E.T."

Até posso parecer, mas não sou . Por que se fosse o E.T. teria um filme sobre mim, teria pipas de massa, e em último mas não mesmo importante SABERIA ANDAR DE BICICLETA SEM RODINHAS!!!!


PS: Nunca vi o filme propriamente dito. Não me julguem pf.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Love, Simon


AVISO: CONTÉM SPOILERS

Este foi daqueles filmes de que ouvia falar mas de que não tinha ainda percebido do que falava até ver o filme de fio a pavio. Fala de um rapaz (Simon) e da aceitação da sua homossexualidade à medida que enceta uma amizade através de e-mails com um rapaz também homossexual da escola que ambos frequentam por quem acaba, invariavelmente, por se apaixonar sem nunca o ter visto.

Mais do que a mensagem de aceitação por parte da família e dos amigos ou da censura por parte da sociedade, o que mais me marcou no filme foi aquela ideia de uma pessoa poder enamorar-se por alguém com base apenas na sua personalidade, sem nunca ter visto a cara de quem está do outro lado.

Acaba por ir contra esta ideia de falsa "despreocupação" que todos queremos apssar face ao exterior do outro. Aquela ideia de que somos mais do que simples apreciadores da carne, quando na verdade é isso (e apenas isso) que somos. E há apreciadores que nem sabem sê-lo para piorar a coisa.

Acaba por dar uma ideia muito romanceada do que é sair do armário. Na vida real saímos do armário com duas ou três bolas de naftalina a rebolar atrás de nós.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

sábado, 30 de dezembro de 2017

Um Rewind De 2017

O ano passado foi ASSIM.


" - Estou a ficar velho para estas merdas." foi provavelmente o pensamento predominante do meu ano.
Estou a ficar velho para procurar machos, eles se quiserem que me procurem. Em detrimento disso, não encontrei macho e fiquei-me pelo J. Coisa mais duradoura do que a super-cola.
Estou a ficar velho para ter uma saúde de ferro. Tantos problemas de saúde a tramar-me a vida este ano. Foram dentes, foi o rabo, foram as alergias. Foram os nervos... Raios partam.
Estou a ficar velho para aturar as merdas das pessoas. Já nem conseguia aturar as minhas e agora já nem as dos outros me são suportáveis. Aproximei-me de muitas pessoas e afastei-me com a mesma facilidade.

Este foi o ano em que soltei a franga à carteira e fiz a tão almejada tatuagem que andava para fazer havia muito tempo....

Perdi o amor a mais alguns (muitos) euros e comprei um iPhone, que por esta altura já está velho por que no entretanto foram lançados mais dois. Maleitas da tecnologia. Mas não choro um único cêntimo que gastei no pequenino.

Fui muitas vezes ao cinema, coisa que antes era um bicho estranho. Umas vezes sozinho, outras acompanhado.... Vi "Logan" e perceber que seria a última vez que iria ver o meu Hugh Jackman a interpretar Wolverine bateu-me cá dentro.... como batia na Fanny.

Fui a dois concertos, de bandas que adoro há anos. Embora não seja adepto de multidões, foram duas noites em que consegui estar perto de "ídolos" e sentir toda a "magia" da vivência "in loco" das coisas.

Em termos laborais este foi o Verão mais organizado que tive desde que comecei a trabalhar. Perdi muito dinheiro mas ganhei outro tanto. Para o ano é a minha vez de ir embora no Inverno mas até lá muita água irá correr.

Adeus 2017 :)

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Pitch Perfect 3


A minha irmã queria ver. Eu não tinha nada para fazer. Se eu não fosse com ela, mais ninguém iria. Foi uma tarde bem passada. A ideia do filme esgota-se no final do primeiro. Mas a partir do momento em que se assume que um filme será "mau" qualquer coisa vale para nos fazer rir. E este filme ainda serviu para arrancar umas valentes gargalhadas da minha pessoa.

Quem eu não me teria importado nada de arrancar do filme era o maroto do Guy Burnet, num filme que apela tanto aos ouvidos, que encanto que aquilo era para os olhos....





















Paneleirices à parte, quem gostou dos dois filmes anteriores vai achar piada a este. Quem já estava enjoado, irá vomitar no baldinho.
Só para dizer que há uma versão acapella de "Toxic" da única queen B. Agora não arranjem desculpas.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

O Desejo De Experimentar Coisas Novas VS Arrependimento


" - Metade do tempo eu arrependo-me."
" - Então por que o fazes?"
" - Por que na outra metade não me arrependo..."


Ainda na Universidade, numa aula de História do Teatro a docente da disciplina disse algo que guardo até hoje. As suas palavras foram mais ou menos estas:

" - As pessoas passam a vida a dizer que querem experimentar as coisas. Nós não somos ratos de laboratório que são descartados após uma experiência. Nós temos apenas uma vida. As nossas experiências ficam connosco para o bem e para o mal."

Sempre fui (e sou) uma pessoa insegura. E o medo de que as coisas corra mal é um companheiro sempre presente. Principalmente no que toca às relações interpessoais (leia-se amorosas). O pêndulo de decidir confiar ou não em determinada pessoa pendeu sempre para a segunda hipótese. Nunca soube (ou vim a saber tarde demais) o que perdi. Mas com o passar dos anos fui dizendo mais vezes "sim" com resultados variáveis.

Lembro-me de ter dito "SIM" ao A. Por que ainda estaca combalido de uma relação que nunca viria a ser. Por que mexia comigo de maneiras que mais ninguém conseguia. E arrependi-me. Durante meses só vi arrependimento naqueles tempos. Depois comecei a ver o que tinha aprendido (de bom e de mau) e vi que, mais cedo ou mais tarde, teria de aprender tais lições. Só teria pedido para ter outro professor. 
Magoaram por que vieram de alguém de quem gostava. E talvez tenha sido isso que me levou, passado tanto tempo, a encontrar um canto em tudo aquilo que não me permitia mais ser a vítima. Por que sabia que o que tinha feito fora de livre vontade, em detrimento de uma pessoa de quem gostava (independentemente dos sentimentos dele perante mim).

No reverso da moeda tenho a minha experiência (não lhe chamaria relação) com o J. Algo que sabia ser uma "experiência" que poderia correr bem. Ou muito mal. E andamos nisto há mais de um ano. Por que o único arrependimento seja talvez o de não saber o que me levou a esperar tanto para experimentar certas coisas. Por que continuo a ser a mesma pessoa insegura que pensa que uns colhões vazios não justificam uma cabeça cheia. Mas que tomou a consciência daquela parte, cada vez maior, que não se arrepende de experimentar as coisas.

" - Corre bem até ao dia que correr mal..." - digo eu por vezes.

Até lá, é esperar para ver.