Mostrar mensagens com a etiqueta Faculdade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Faculdade. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 22 de maio de 2018

Professor De Sonho [Imagem]


Nada contra este pedaço de mau caminho mas quem teve o meu professor de Literatura Brasileira I sabe bem o que ter um actor porno otter... Adorava aquelas aulas. Obrigado à D por partilhar estas coisas boas.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Avec Ou Chocolate Suíço?

Se sempre ouviram dizer que os "avecs" aparecem todos em Agosto, podem acreditar. Aparecem mesmo. E regra geral são clientes a evitar. Tirando aquele senhor que era a capa chapada do meu antigo professor de Literatura Brasileira, por quem eu desenvolvi uma paixoneta dos pés à cabeça.
Foi bom recordar também o facto de que, embora gostasse muito das aulas dele, me vi e desejei para conseguir passar com dez valores.
Mas voltando ao que interessa, o homem era bom todos os dias.


quarta-feira, 5 de julho de 2017

Como Angariar Estudantes Na Universidade Do Minho


Deus me livre e guarde de voltar a queimar as (poucas) pestanas que me restam. No entanto alguém, algures, falou o que toda a pessoa com bom gosto deve ter pensado quando viu este menino a dar uma de aluno exemplar:



PS: Rapazinho do cartaz, se estiveres a ler isto, por favor elucida-nos!

terça-feira, 20 de junho de 2017

Trabalhos Da Universidade Ou Obras Demoníacas


Embora já tenha terminado a minha licenciatura há uns anos, hoje vi esta imagem pelo Facebook e não acabei o meu almoço sem a mostrar a toda a gente que estava na sala, era demasiado "reliable" para que a deixasse passar em branco.

Vindo de um curso ligado, maioritariamente, a literatura, tinha disciplinas de abstracção quase pura, e outras, em que, pão era pão e queijo era queijo.

 Lembro-me de um trabalho de História da Língua em que tive de reler um trecho de Galego-Português vezes e vezes sem conta à procura de ocorrências da dita língua. Vomitei, literalmente.

Lembro-me de me ter aventurado a fazer um trabalho sobre "as influências da música medieval na música dos dias de hoje" para Literatura Portuguesa Medieval, em que, após a recepção de uns artigos da docente acabei por mudar, pura e simplesmente, o meu trabalho todo.

Depois, tenho as lembranças de trabalhos que me fizeram rir.

Fazer uma análise de poemas de João Cabral de Melo Neto para Literatura Brasileira e escolher três poemas sobre cemitérios.

Primeiro ano da docente a leccionar História do Teatro Português. Para o trabalho de final de semestre, tínhamos de fazer o relatório de uma peça de teatro à nossa escolha. Envia-nos um plano de execução para o qual ninguém olhou até à altura de se fazer o relatório. Tinha mais de trinta páginas. Eu e a M, a chorar em conjunto no antigo Messenger enquanto fazíamos aquele trabalho do demónio e dizíamos mal das nossas vidas.  Tirei 18.

Lembro-me de ter entregue o meu trabalho de Ficção Medieval sobre, "A profecia no reinado do Rei Artur"  (vocês não iriam encontrar pessoa com ideias mais bizarras do que eu no que toca a trabalhos) no início do exame. Ao sair da sala, pergunta-me a docente (a mesma de Literatura Portuguesa Medieval):

" - Não quer fazer uns melhoramentos no seu trabalho?"

Vindo dela, acreditava que esses melhoramentos fariam a diferença entre tirar positiva ou negativa no dito trabalho. Isto era numa Sexta, no fim de semana tinha o relatório de História do Teatro para fazer, ou seja, estava com a corda ao pescoço. Mas não lhe disse "não" . Tirei 16 valores e meia dúzia de pessoas perguntou-me como é que ela me tinha dado uma nota acima de 15.

Mas para mim acabar um trabalho era como parir um filho, uma vez cá fora não o queria voltar a meter dentro da cabeça. E tive de o fazer algumas vezes, com muita pena minha.
Mas às vezes sinto saudades.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Sobre O Caso Maria Barros

Podem ler o artigo em causa AQUI.

Quando vi a menção a este artigo e do que este tratava, li um pouco do mesmo e formei uma opinião que acreditava não ter um grande número de apoiantes. Quando não é minha surpresa ao verificar que afinal há muita gente a pensar como eu.

Como diria Jack, o estripador, "vamos por partes":

1) A média fixada foi somente para esta menina ou para todos os outros concorrentes ao mesmo curso? É que parece que a menina se sente tremendamente injustiçada por não ter entrado por causa de umas meras décimas, quando há dezenas, talvez centenas de outras pessoas que se encontram na mesmíssima situação, neste e outros cursos. Não entrou por um capricho do sistema, entrou por que as coisas são assim, para toda a gente (compadrios à parte).

2) Ficar um ano a subir a média ou estudar numa universidade que  não fique a dois passos de casa não foram opções válidas porquê? Provavelmente a menina não tem a percepção de que o fato de ter ido estudar para fora do país só mostra que tem (ou melhor dizendo, os seus papás têm) possibilidades económicas para tal que muitos outros alunos que se encontram na mesma situação não têm. Consequentemente, um quartinho numa Universidade do interior ficar-lhes-ia muito mais em conta do que um quartinho em Espanha, França, ou qualquer outro país Europeu para onde a menina quisesse ir estudar.

3) Não querendo desvalorizar as outras áreas em prol da Medicina (sendo eu de Letras) mas estámos a falar de profissionais que tratam de seres humanos, que têm nas suas mãos, muitas das vezes, a possibilidade de salvar ou matar um doente. Sim, eu sei que muitos doutores de dezassete valores são tão bons ou melhores do que os de dezoito valores mas estámos a falar de vidas humanas, não pode (não deveria) haver facilitismos no que toca a escolher quem tem o poderio sobre a vida de quem quer que seja.

A mim cheira-me (cheira-me só) que o sonho da menina era tão grande que ela não quis dar-se ao trabalho de acordar para a vida e de lutar por ele, desistindo ao primeiro sinal de que nem tudo lhe iria correr de feição.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

A (Re)descoberta Do P

Eu conheci o P ainda andava na Universidade. Ele foi o segundo homem com quem sai. Lembro-me que na altura lhe achei piada, ele era engraçado, tomámos café, chegámos a trabalhar juntos, partilhamos Facebook, Skype, enfim, nunca perdemos contato embora raramente falássemos.

Por razões que a própria razão desconhece, ontem lembrei-me de o contatar, e, de repente, foi como se tivesse sido atingido por um tijolo. Por que é que eu nunca tinha querido nada com ele?

Conheci-o numa altura em que, assim como 99,9% das pessoas se interessam mais pela parte de fora da pessoa do que pela de dentro, e como ele era gordo até dizer chega e peludo até mais não achei que não dava para mim.

Passados estes anos todos ele acha estranho eu manifestar interesse em estar com ele. Não sei quem é que está mais admirado nesta altura. Ele por eu estar interessado ou eu por só me ter interessado agora.

sábado, 23 de julho de 2016

O Cusco

E aquele gajo que me abordou há dias, ao inicio da manhã, com um cheiro a álcool que Deus me livre, todo contente, a dizer que me conhecia da FLUP, e que me perguntou, mais do que uma vez quanto é que eu ganhava? Bitch say what? Mete-te na tua vida filho...


segunda-feira, 25 de abril de 2016

Amigos Que São Como O Bolo-Rei

Lógica Facebookiana: Fulano X tem 356 amigos em comum consigo. Não o quer adicionar à sua rede de amigos?

Curiosamente há uns dias apareceu-me nas sugestões o perfil de uma pessoa dos meus tempos de faculdade de quem toda a gente gostava, mas que para mim, hum, era quase como aquelas frutinhas do bolo-rei. A pessoa em si até podia ser muito simpática, mas aquelas frutinhas, estragavam tudo. toda a gente se admirava por que é que eu não lhe achava piada.

Depois, vem o Facebook, N anos depois perguntar-me se eu quero reacender a chama daquela super amizade.

sexta-feira, 25 de março de 2016

Espanholices

As crianças de hoje em dia podem aprender Espanhol na escola. No meu tempo (old Logan speaking) a gente aprendia Francês e já estava com muita sorte! Por isso o Espanhol que falo, aprendi-o no trabalho e da consciência comum de que Espanhol e Português são muito parecidos.

A semana Santa é a época em que muitos Espanhóis vêm passar a Páscoa ao Porto e assim sendo, ontem a Ribeira estava atolada com eles. 
Passando nas bilheteiras para cumprimentar os meus colegas e vendo que uma delas estava com uma fila que nunca mais terminava, peguei e dei-lhe uma mão.

Nunca me tendo visto em acção, esta foi mais ou menos a reacção da minha irmã face ao meu Espanhol:


" - Acho que ouvi mais Espanhol nestes cinco minutos do que em todas as aulas que tive..."

Pois é filha, Universidade do Desenrasca, e é se queres.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

A Ler:


Para mim a leitura de um livro só começa quando coloco o marcador no meio e fecho o dito livro.
Este foi um daqueles livros que comprei por que, pura e simplesmente, me falaram bem do dito. Embora me tenham também dito que haveria uma cota parte de pessoas que se via e desejava para o ler.
Não sei se vou passar a fazer parte desse grupo, mas eu sempre gostei de coisas grandes (sim, em tudo na vida) e amanhã vai começar a "tortura".

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Na Busca Incessante de Emprego #13

Uma pessoa decide ir toda bonita (a sério, só não coloco uma foto por que senão apaixonavam-se todos por mim) e veste-se toda pipi e o que acontece? Chove a cântaros.


Não me teria molhado tanto se desse logo com a porra do sítio. Devo ter perguntado a umas cinco pessoas, incluindo lixeiros, homens das obras e ao senhor do café. Para verem bem o cu de Judas que aquilo era, só lá passava um autocarro.


A entrevistadora (sim, tive a infelicidade de não encontrar um homem que se aproveitasse naquela empresa) tinha à sua frente um currículo meu do tempo da Maria Cachucha. Melhor melhor foi quando me disse que tinha sido a Universidade a providenciar-lhe o dito. Universidade? Hello? Eu já saí de lá há uns cinco anos...


Quanto a trabalhinho trabalhinho proprimente dito, a coitada da senhora lá tentou impingir-me a ideia de um estágio. Até disse que tinham uma estagiária de quarenta e poucos anos. Oh minha senhora vamos lá ver uma coisa, eu posso ser abixanado mas já não brinco às casinhas. Eu quero trabalhar. 


Ainda veio para cima de mim (não no sentido real) com uma pergunta de "ah e tal não sei quê quais são os princípios pelos quais gere a sua vida?"


Não contente com a minha primeira resposta, lá me lembrei das sábias palavras do HJ que podem ver aí à vossa direita: "The way you live your life has more meaning than what you think about life" . Não acredito em princípios, até por que muitos das pessoas que dizem ter muitos princípios não os seguem. 
Pareceu ficar mais contente.

Eu é que não sai de lá muito contente.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Perdendo A Cabeça [E O Dinheiro] Na Porto Book Stock Fair


Todos os anos digo a mim mesmo que não vou comprar muitos livros e todos os anos vou ao Pavilhão Rosa Mota e pareço aquelas velhinhas no Pingo Doce à caça das promoções. Até ando de carrinho ao arrastão como elas. Enquanto que para a minha irmã comprei "As crónicas de gelo e fogo" para mim compro livros como "O diário de um vampiro banana", a vida tem destas coisas.


Tim Collins - O diário de um vampiro banana
Camilo Castelo Brano - Amor de perdição
Eça de Queiroz - Os Maias
Profecias do Bandarra (Sapateiro de Trancoso)
Fernando Pessoa - Mensagem
Charles e Mary Lamb - Contos de Shakespeare
Claudia Gray - Evernight
Emily Brontë - O monte dos vendavais
Suzannah Dunn - A sexta mulher
Fernão Mendes Pinto - Peregrinação
Álvaro Cunqueiro - O ano do cometa
Joseph Gelinek - A décima sinfonia
Luís Almeida Martins - História não oficial de Portugal
S. J. Parris - Heresia
Jean-Christophe Grange - A floresta dos espíritos
Robyn Young - Insurreição
G. W. Gortner - Confissões de Catarina de Medicis
Segismundo Spina - A lírica trovadoresca

" - Quem é que vai comprar alguma coisa que se chama "A lírica trovadoresca" ? O que é essa merda? Quem é o Sapateiro de Trancoso?"

 Tenho pena de não ter aprofundado muito as matérias que me interessavam quando estudava...  Agora que não estudo e tenho algum dinheiro, perco a cabeça com estas porcarias. A culpa é da minha professora de Literatura Medieval...

Pronto este ano não compro mais livros.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Novo Acordo Ortográfico

Quando entrou em vigor o novo acordo ortográfico eu estava praticamente a sair da Universidade, não tendo sido grandemente afectado por ele, mas passados estes anos e enviando emails a várias empresas chego à conclusão que, assim como muitos de vós, estou habituado a um acordo que de momento é obsoleto e consequentemente preciso de me habituar a estas mudanças que pronto, não nos vieram benefeciar em muito.


quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Com Amizades Dessas...

O Facebook sabe perfeitamente o que a amizade significa nesta vida. Por isso, não podia deixar escapar a oportunidade de me recomendar uma amizade com a minha antiga Professora de Latim da Universidade.


terça-feira, 27 de outubro de 2015

O Livro Que Vos Livrará Das Vossas Insónias




Grandes sonecas que podem ser proporcionadas por esta obra prima. Só para vos deixar com inveja, por que eu tenho este "must read" aqui ao pé, aí ficam aí uns canapés:

" OS CONCEITOS DE LITERATURA E LITERARIEDADE"

1.1 História semântica do lexema "literatura"
1.2 Génese histórico-cultural do conceito de literatura

É assim, eu frequentei Teoria da Literatura I e Teoria da Literatura II, à primeira chumbei com 5 valores, passando à segunda com 15. Na segunda, bem, tirei 16. Como vêem eu não era assim tão mau à coisa. Mas vão por mim, o livro é.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

A Lei Do Desenmerdanço

O que mais espécie me faz no ramo em que trabalho é que, qualquer pessoa com um pouco de paleio pode trabalhar na área de turismo sem se esforçar muito.
E depois, voilà, aparecem os estudantes de turismo.

Minha gente, vamos lá perceber uma coisa, século XXI, para contextualizar: a maioria dos turistas fala Inglês. Se vocês vão estudar turismo, estudaram turismo, vão trabalhar com turistas, por amor da Santa, saibam falar Inglês.


Hoje em dia ter uma licenciatura não é ter nada. E sendo eu licenciado volta e meia dizem-me os meus colegas (efectivos/estagiários):

" - Ai tu falas tão bem Inglês..."

E então eu tenho de frisar, SEMPRE, que na Universidade ninguém quer saber se vocês sabem Inglês ou não. Em Teoria da Literatura a maioria dos textos de apoio era em Inglês e quem não se soubesse desenmerdar, hum, emerdava-se. Em Literatura Portuguesa do Romantismo a maioria dos textos era em Francês e quem não se soubesse desenmerdar, emerdava-se.

Não suporto as pessoas que pensam que tudo cai do céu como que por magia, como se para aprender uma língua só fosse preciso ouvir as músicas da Beyoncé na rádio e voilà. Enerva-me que as pessoas não queiram aprender nada e depois se acham merecedoras de algum troféu por fazerem as coisas bem de quando em vez, quando as poderiam fazer SEMPRE bem se se dessem ao esforço de darem o litro numa aprendizagem que, muito para além do trabalho, as ajudaria na vida.

E ainda tenho, volta e meia, de lidar com olhares de espanto por trabalhar onde trabalho e não ter formação em Turismo. Hum, pelo que tenho visto dos estagiários de Turismo que me têm passado pelas mãos, a única coisa para que eles servem é mesmo, hum, para turistas!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A Questão Que Me Atormenta

Hoje bastou receber no correio uma revista qualquer da Universidade do Porto (não sei por alma de quem é que se lembraram de me mandar uma revista passados estes anos todos) para a minha mãe (re)começar com o seu êxito favorito, brevemente disponível no iTunes "Não sei do que é que estás à espera para voltares a estudar!"


Hum, não sei mãe, por que é que o Hugh Jackman ainda não largou a feiosa da mulher dele e veio para Portugal para vivermos juntos? Ora aí estão duas boas perguntas que pelo menos para já vão ficar sem resposta!

domingo, 14 de dezembro de 2014

Explicar "Shakespeare In Love" À Família

Estão as senhoras a fazer zapping e eis que param num qualquer canal em que está a ser transmitido "Shakespeare In Love":


Este foi um daqueles filmes que conheci por causa da Universidade, tive de fazer um relatório para História do Teatro e pronto, amei. Como explicar a awesomeness de um filme destes cá em casa?


Se algum de vocês ainda não vui este filme pode ir para a parede da vergonha!

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Um Livro Muito Interssante

Quando compro livros, no geral, sei aquilo que compro. No ano passado comprei uma biografia dos Médicis e sabia que de romance aquilo ia ter muito pouco. Não me desiludi.

Agora que estou a ler esta livrinho à vossa direita: "A Serpente e a Lua" da Princesa Michael de Kent só me apetece cortar os pulsos. A sério. 


Não sei se a ideia da Senhora era fazer um romance ou uma biografia, desisto de tentar perceber o que ia na cabeça da mulher. O livro parece-se horrorosamente com as minhas aulas de Literatura Portuguesa do Romantismo ao Naturalismo:

" - Aos 10 anos o autor comprou um par de botas, aos 11 rompeu-as e aos 12 comprou outras..."

Para ajudar à coisa, se estámos a falar do Rei Henrique por que é que precisámos de ser trucidados com uma dissertação completa desde o tempo das suas bisavós? Ainda bem que a Senhora é realeza e deve ter pipas de massa por que no que depender de mim não compro mais nenhum livro dela.

sábado, 4 de outubro de 2014

Lição De Moral Estragada

Indo ao mesmo café todos os dias tomar o pequeno-almoço acabo por encontrar algumas pessoas que também por lá passam. Um homenzinho que por vezes me cumprimenta, lá se lembrou de me perguntar:

" - Então jovem, tu estudas ou trabalhas?"

" - Trabalho, de estudar estou eu cheio." - disse-lhe eu.

" - Ai mas hoje em dia os estudos são muito importantes, devias estudar, blá blá blá..."

Só quando lhe disse qe era licenciado é que o homem se calou. Essa mania de as pessoas de tirarem conclusões precipitadas só para darem lições de moral. Claro que os estudos são importantes, claro que uma pessoa deve continuar os estudos. Se houver dinheiro para tal!