sábado, 23 de fevereiro de 2013

Lançamento Da Playstation 4


Está meio mundo a ir aos arames com o lançamento da Playstation 4:


e eu estou assim:


Não, a sério, já vão na quarta? E vai custar quanto? 300, 400 euros ao início para daqui a um ano estar a metade do preço com oferta daqueles jogos rascões? E vão criar-se as filas da praxe no dia em que as puserem à venda em Portugal para serem os primeiros a jogar PES e outros jogos que sempre jogaram nas outras consolas todas? Não percebo. Corrijam-me se estiver enganado mas para mim, hoje em dia, 90% dos jogos são apenas spin-offs uns dos outros, não há nada de novo na indústria dos videojogos. E por muito bons que possam ser os gráficos de uma consola, se um jogo for uma merda irá sê-lo em 2D, 3D, 4D [que é 3D com cheiro a peido].

A sério, acho um abuso a quantidade de pessoas dispostas a pagar um balúrdio por cada Playstation que saí cara para fora. Quando eu era pequenino tive uma Sega Saturn que na época custou uns 30 "contos" e eu achava [e acho] que era muito dinheiro por uma consola. Imagine-se dar o dobro ou o triplo. "Ah e tal não sei quê esta merda é tudo gerido pelas multinacionais que nos querem controlar mas ninguém me irá impedir de ter a minha PS3 cara como o caralho." Bitch are u serious?

Peço desculpa a quem goste e vá comprar, mas sempre foi daquelas coisas que me fizeram espécie nesta vida.


9 comentários:

  1. Acho que a ps3, quando saiu, custava 600 euros. Nem imagino quanto custará esta xD Eu tenho a 2 e não compro consolas desde essa altura. Por aquilo que tenho visto, os jogos são cada vez piores xD É tudo PES e essas tretas, jogos de carros, de tiros, de matanças e agora é a moda dos jogos move que não dão pica nenhuma xD

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  2. Soooo untrue. A industria de video jogos está cada vez melhor.
    Nota-se o quanto mal informado estás :P

    Não tens que gostar, e se não gostas é normal que não estejas bem informado. Mas é como tudo, existem muitas coisas que eu acho completamente impensável eu gastar dinheiro enquanto para outras é quase obrigatório.

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    1. bem eu via os meus colegas compraram consolas e afins para jogarem spin-offs de jogos que já existiam, jogos esses que pelo pouco que vejo continuam a ter sequência até hoje. a partir do momento em que o salário mínimo nem aos 500€ chega, gastar mais de metade numa consola é suicídio, mas wtv...

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    2. Tu também vês spin offs de filmes e não criticas isso.

      Claro que ganhando 500€ não vais gastar o salário numa consola. Nesse caso não estás a criticar quem compra consolas mas quem não sabe gerir o seu dinheiro.
      Existem prioridades mas quem tem possibilidades para comprar o que quer que seja e se isso de alguma maneira o deixa satisfeito, existem motivos para criticar?
      De certeza que também tens gastos fúteis, tu e toda a gente.

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    3. eu não gasto 400€ quando vejo um spin-off de um filme ;)

      claro que quem tem possibilidades se pode dar ao luxo de comprar esse tipo de futilidades, mas por vezes esse tipo de pessoas é capaz de se chorar toda por dar 10€ para entrar num museu ou para ir ao teatro... é um bocado a cultura que temos mas enfim.

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    4. Depende da satisfação com que a pessoa sai do Museu. Tanto posso queixar-me por ter dado 5€ num museu como dizer que foram os melhores 20€ da minha vida. O mesmo digo de cinema, teatro, livros, e claro, de um jogo. Depende se gostamos ou não do que recebemos em troca do dinheiro que damos.

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    5. mas eu estou a falar de queixas prévias, pessoas a quem dizes de antemão que um bilhete para o teatro custa 10€ [seja, eu quando ia pagava somente 5 ou 7,5€ devido aos descontos] e se queixa do valor do mesmo. eu sei que um jogo é algo de que podes usufruir vezes sem conta e uma peça ou museu é algo que vês hoje e depois só restam as lembranças mas assim o são também os concertos e festivais e as pessoas para esse tipo de eventos já está disposta a dar quantias mais avultadas.
      na nossa sociedade infelizmente existem muitas ideias predefinidas do que é meritório ou não de gastarmos o nosso dinheiro e como em qualquer sociedade consumista e facilitista os prazeres fúteis e inócuos são os que mais rendem.

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