terça-feira, 17 de outubro de 2017

Lost Kings - First Love [Video]

De Volta Ao Trabalho


Ainda com dores nos dentes e depois de umas férias que mais valia não terem existido, voltei ao trabalho com um tão aclamado dia de chuva que parece ser o primeiro de muitos.
Não me interpretem mal, sei que a chuva era algo por que muita gente ansiava, mas odeio trabalhar com chuva, não é nada prazeroso, uma pessoa cansa-se mais sem fazer nada do que a trabalhar arduamente.

Ao fim do dia descubro que ao invés de trabalhar com a D amanhã (com quem até me dou bem) irei trabalhar com a E, o que, se formos a ver, com as dores que tenho no dente, me irá trazer uma dor de cabeça para acrescentar ao rol. É como diz aquela citação parola que circula por aí "quando gosto de alguém, nota-se. Quando não gosto, nota-se ainda mais".

Quem Tem Medo Do Dentista?

Acabou (finalmente) a série de tratamentos que precisava fazer nos dentes. Depois de restituições de faces dentárias, desvitalizações e limpezas, veio a cereja no topo do bolo: extrair um dente do siso, dente esse que nem sabia que já me tinha nascido mas que pelos vistos já estava infectado.

Quanto a vós não sei, mas eu sou daqueles paciente maricas que fecha os olhos quando vai ao dentista. Se é para a dentista não pensar que estou a fixa-la durante todo o tratamento? Sim. Se é também para evitar ver os instrumentos que me mete na boca? Muito verdade também.

Quis Deus (e eu também) ignorar este procedimento de segurança na última consulta e quando a mulher começou a rodar aquele instrumento (que à falta de melhor nome, chamarei de "quebra-nozes") desejei seriamente ter uma fralda.

Se me estava a doer? Não. Com a quantidade de anestesia que levei na porra da boca, fiquei com a impressão que não tinha dentes nenhuns, chegando a questionar quantos me tinha a mulher efectivamente arrancado. Mas ela bem via o medo nos meus olhos e lentes de cada vez que eu ouvia um "crac" dentro da minha boca a o rodar do "quebra-nozes".




Dizem que tais dentes são sinónimos de juízo. Se com eles era o que era, não me esperem mais ajuizado daqui para a frente sem um deles.

Ainda me perguntaram à saída se queria agendar uma limpeza para daqui a meio ano. Irra mulher deixe-me sofrer em paz.

Mais Compras Pt.2


Embora tenha um ódio de morte ao Eddie Redmayne, gostei muito do filme e andava à anos para comprar o livro. Verdade seja dita que não o comprei. Com saldo referente a livros escolares em cartão quase a expirar, levei o livro de borla para casa.

Mais Compras


Atrasado mas não interessa. O álbum está muito bom. A t-shirt é um mimo.

Danielle Bradbery - Sway [Video]

sábado, 14 de outubro de 2017

Aquela "Amizade" Duradoura

O Facebook sabe que as amizades são importantes. Mesmo aquelas que começaram, sabe lá Deus como. Como a amizade com o P, que conheci, já nem ele se lembra quando. Sei que na altura andava eu na Universidade por isso imaginem ao tempo que foi.... Acho que ele foi o segundo gajo com quem saí... Choque.

Obrigado à equipa do Facebook por ter feito um efeito todo bonito para me lembrar a mim e ao P que já não sabemos há quanto tempo andámos nisto. O que me fez lembrar da pergunta que ajudou a cimentar esta "amizade" todos estes anos:


" - Oh P por que é que tu nunca me comeste?"

Fica a dúvida.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

À Base Da Pancada

Um dos comandos da televisão da sala anda, há meses, com problemas de conectividade.
Trocar as pilhas? Não.
Bater no dito cujo até que este mude de canal.
Por que aqui em casa não sou só eu que funciono à base da pancada.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Lixo De Publicações


Este meu sítio está um lixo. Uma personificação do meu estado de espírito. Como leitor de blogues já não era grande coisa, agora como autor estou a tentar contrabalançar a coisa.

Daya - New [Video]


"Messing with someone new
Thinking I wanted to
Turns out I don't want new, I want you"


Hurts - Chaperone [Video]

domingo, 8 de outubro de 2017

Coisas Que Arruinaram Um Fim-De-Semana Dito Romântico

AVISO: No meio da desgraça encontra-se alguma badalhoquice.


O encontro anunciado AQUI aconteceu mesmo. Era tudo tão bom que acabou por correr (quase) tudo mal. Não para o H, que de nada sabe das minhas taras (nem tem de saber, pois são taras) mas para mim que a cada coisinha má que acontecia acrescentava uma pedrinha na minha latinha do "I'm So Done With This Shit" até atingir o número vergonhoso que me permitiu pedir-lhe para me levar embora dali. Até a minha forma pseudo-humorística de contar como tudo se passou é horrorosa. Sinto um bocadinho (muito) de nojo por estar a escrever isto mas sinto que se não escrever tudo o que correu mal (e que já enumerei tantas vezes na minha cabeça) dou em tolo.

A casa (andar dele)... A casa dele... A vista era linda.... Da varanda conseguia ver o mar e foi a ver o mar e com um livro que vi o pôr-do-sol mais bonito de que me lembro. Acho que nunca tinha prestado tanta atenção a uma coisa daquelas... Deu-me tanta calma, uma paz de espírito tal, que acredito ter sido essa mesma paz que me impediu de ter desabado com todas as coisas más que o antecederam (e precederam).

A VERGONHA DO FILHO

Pouco (ou nada) sabia da vida do H, por isso foi com surpresa que acolhi as fotos de um miúdo que pululavam por todo o lado. Não era necessário ser-se Daniel Craig 007 versão calção-de-banho azul para perceber que aquele miúdo era filho dele (embora actualmente ronde mais ou menos a minha idade). Não obstante era o quarto do filho que o H tinha "preparado" para eu dormir, mas a isso chegarei noutro capítulo não menos deprimente deste calvário.


" - Mas Logan, para que te interessa saber se o homem tem um filho? Não precisas disso para teres o homem na tua cama..." - dizem pessoas sensatas como vocês leitores.

Claro que não. Mas senti-me um miúdo, um puto ao lado de um homem que podia bem ser meu pai mas que estava ali para que eu me pudesse deitar com ele.

A VERGONHA DO ACTO SEXUAL

Não tardou muito para que tal acontecesse. Foi logo depois do almoço (para o qual eu nada contribui, assim como o jantar, sendo o típico hóspede de sala).

Contra as paredes contíguas da cozinha até à cama, num quarto sem estores, persianas ou algo que impedisse o calor estival em pleno Outono de entrar pela divisão dentro. Há um misto de ternura e desejo que poucas pessoas conseguem conjugar com destreza. Ele consegue. O que demorei para entender aqueles beijos... Quantas vezes terminei em bicos de pés ou quase a desfalecer no chão por não conseguir aguentar mais um rodo de língua?

" - Por que estás sempre a dizer que "não pode""? - perguntava-me ele a rir-se....

Não podia ter aquilo à minha frente. Aquele corpo que eu já sabia como era mas que nunca tinha tido oportunidade de explorar. E conseguia ver na cara dele que o que quer que estivesse a fazer, estava a fazê-lo bem.  Se assim era por que é que da minha parte não havia reacção alguma? Eu que já não sabia para que lado virar a cabeça à procura de ar que me era roubado em alguma parte do seu corpo.

Diversas vezes ele disse durante estes dias que estava todo podre por dentro. Eu é que estava. Com uma gripe mal curada, uma hemorróida que tão cedo não desaparecerá e um estômago que volta e meia dava mais dores do que as sentidas no orgulho, não sabia o que me consumia mais.

Tinha tudo que queria à minha frente e mesmo assim, nada... Ele, por sua vez, deitou tanta coisa para fora que duvidei que fosse eu o causador de tudo aquilo...

A VERGONHA DA TARDE

Findo o prazer diz-me que precisava de ver uns trabalhos relativos à Universidade. O que era suposto dizer-lhe? Que não o fizesse? Ia dar uma volta à praia sozinho qual bixa solitária numa zona em que não conhecia porra nenhuma? Ainda me perguntou se queria ouvir música ou ver tv mas declinei. Por sorte tinha levado “A Espia da Rainha” já a contar que pudesse acontecer tal coisa e foi o que me valeu. Não sei quantas páginas li durante a tarde. Mas foram muitas. Comecei com o sol a pique e terminei quase com o céu escuro como bréu. Foi a altura em que me disse começar a fazer o jantar.

A VERGONHA DO JANTAR

Vocês, leitores mais acérrimos do blogue, lembram-se de uma bebedeira que apanhei há uns dois anos? Se não se lembram, recordem-na AQUI (ou não o façam, por que esta foi quase igual). Os que não frequentavam o blogue por essa altura, leiam se quiserem. É uma fantástica leitura de WC.
Mas voltando ao que NÃO interessa, eu não bebo muito, não bebo quase nada. Até tinha prometido cá em casa não abusar no álcool durante estes dois dias. E não abusei! Dois copos de Casal Garcia foram o bastante para já sentir as pernas bambas e ter a consciência que a conversa (maioritariamente feita por ele e sobre assuntos completamente banais) iria descambar se eu começasse a falar e a abanar a cabeça. Mesmo estando ciente disso (por que tive de lhe dizer) ainda me quis convencer a ir para um barzito numa praia das redondezas, ao que acedi. Por incrível que pareça nada de mal aconteceu, talvez por ter tido o bom senso de não beber nada lá. E por ter reparado que no meio da pitalhada e gajos que por lá andavam nenhum chegava aos pés dele. Finda uma cerveja e um fino voltámos para casa. Por que depois de uma pausa a vergonha tinha de continuar.

A VERGONHA DA NOITE

Já em casa, mais uma cerveja, um ou outro cigarro já dentro de casa decide-se por unanimidade que era hora de ir para a cama. A escolha do quarto é que não foi unânime.

" - Já me disseram que ressono muito alto, e eu sei que ressono, o que incomoda as outras pessoas, por isso era melhor dormires no quarto do meu filho..."

Tendo eu um pai que é uma réplica humana de um comboio a vapor, sei bem o tormento que é levar com roncos descomunais num quarto contíguo. Mas estava cego demais pelo desejo de estar com ele para optar ficar no quarto ao lado. Tal não importou enquanto a brincadeira durou por baixo dos lençóis mas assim que o fogo se apagou e ele começou a dormir foi digno de gravação audio. Aquilo era muito, muito alto. Para piorar, cada um de nós só conseguia dormir numa determinada posição e mesmo sabendo disso só mais tarde lhe contei o quão burros fomos por termos compactuado em dormir juntos mesmo sabendo que não o conseguiríamos fazer pacificamente.
Não me lembro de quantas vezes acordei, de quantas vezes fui à casa-de-banho. Só sei que quando vi a aurora raiar e pouco depois o seu telemóvel tocar pensei que o calvário nocturno fosse terminar. Mas não foi o caso. Tendo dormido tão mal (ou pior) do que eu, pediu-me para dormir mais um pouco e eu acedi. Só não fiz o mesmo por que depois de acordar de manhã, dificilmente consigo voltar a pregar olho. Por isso levantei-me, vesti-me e fui mais uma vez para a sala, ler até que a vista me doesse, o que deve ter levado umas duas horas, até ele se ter levantado e declarado que eu me poderia ter servido do que quisesse. Eu não queria nada. Queria-o a ele. E quando o tinha, não sabia o que fazer com ele...
Depois de irmos comprar pão e visto que não se calava com a praia, acedi ao seu pedido e com uns calções emprestados (que graças a Deus não me caíram) lá fomos.

A VERGONHA DA PRAIA

Não me caíram os calções como vos disse. Caí eu, impelido por uma vaga no meio do mar. A coisa boa foi ele não ter notado. E eu ter notado o esforço colossal que fiz para não lhe saltar em cima ao vê-lo em preparos de praia. Acho que foi a parte mais molhada do dia. Isso e os meus boxers, que não tive a inteligência de tirar. E a pensar que tinha levado um par suplente que não encontrei, passei o resto do dia com aquilo tudo a badalar. Só para chegar a casa e encontrar uns boxers bem escondidinhos no fundo da mochila, como eu os tinha posto antes de ir.

Voltando a casa e já almoçados, eu estava por um fio para lhe dizer o que vos digo agora. Mas queria ir para casa para evitar mais merda. Por isso o seu trabalho surgiu como a desculpa perfeita para me põr a andar. E qualquer despedida que se preze envolve....

A VERGONHA DA DESPEDIDA

Um beijo. Que se tornou em mais um beijo. Numa mordida. E quando dei por ela, estava eu todo vestido com ele de joelhos a mamar-me. Sabia que se dependesse de mim ele ia mamar mais naquilo do que eu mamo nas gomas que compro na Hussel. Por isso cheguei a um ponto em que tive de o mandar parar, por não aguentar ter de adicionar mais uma desilusão rol. Não aguentava mais.
Durante a viagem pouco ou nada falei. E ele soube notar-lo e dizê-lo. Não me quis comprometer. Até ao fim. Até mesmo no momento em que ao fechar a porta me pergunta:

" - Vamos falando?"
" - Vamos?" - respondi-lhe eu com outra pergunta.

Ele é demasiado educado para continuar a falar comigo. Eu sou demasiado cobarde para continuar a falar com ele. Eu tenho demasiada vergonha de tentar o que quer que seja com ele uma vez mais. Ele é capaz de pensar o mesmo mas não mo dizer. Vai ser mais um caso que se irá desvanecer em pó provavelmente....
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Não querendo desvalorizar toda a seriedade inerente a tudo acima descrito esta é a parte mais séria e que aborda toda uma dúvida que me atormenta. O que se passa? Esterilidade? Demasiado solo player? Renegação de uma relação normal em prol de ser só um escravo sexual? Problemas sexuais? Até já pus a hipótese de ser hetero e não o saber. Será que aos trinta irei descobrir uma heterossexualidade que não sabia que tinha?

Se chegaram até aqui sem batota, obrigado por lerem. Obrigado :)

Quote

“... vivemos numa época conturbada e estais a pôr a vossa vida em perigo...

- A época pode estar perturbada, mas eu não.“

“A Espia da Rainha” - Philippa Gregory

sábado, 7 de outubro de 2017

Tarja - O Come, O Come, Emmanuel [Video]


Sempre gostei desta música e mesmo não sendo grande apreciador de músicas de Natal estou curioso.
"From Spirits and Ghosts (Score for a dark Christmas)” é lançado a 17 de Novembro.

Como Começar Bem As Férias

Recebendo uma chamada da Argélia às oito da manhã....



E convém dizer que fiquei engripado dois dias antes... Por que começar as férias de plena saúde não tinha piada nenhuma.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Shit Tourists Say #7

O interesse estrangeiro pela fauna portista é enorme. Não vos passa pela cabeça a quantidade de turistas que, ao ver as taínhas em redor das bocas de esgoto, me vem perguntar que raio de peixe é aquele.

" - Em Portugal chamamos-lhe taínha, é um peixe que adora águas poluídas, daí se concentrar em volta das saídas de esgotos que aqui existem..."

" - E o peixe é bom para comer?" - perguntam alguns.

" - Apenas uma vez..."




Tentando Juntar Trapinhos

No nosso hotel, alguém, algures, achou que eu e  senhora responsável pelos pequenos almoços, irmã de uma das maioriais do nosso escritório, trintona divorciada com um filho e muito engraçada (e muito apresentável) estávamos bem um para o outro.


Rimos muito os dois.

Não Pode, Não Pode...

Tenho um "pelling" de que vou ficar engripado exactamente dois dias antes de entrar de férias...


terça-feira, 3 de outubro de 2017

Desejo VS Receio VS Peso Na Consciência

A partir de Sexta estou de férias. Yay férias.


Queria começar as férias da melhor forma possível, forma essa que parece tomar formas menos agradáveis. Com um "fim-de-semana" dito romântico com o H. O fim-de-semana anunciado AQUI.
Se tenho vontade de ir? Tenho. Se vou ter de inventar a maior peta para o poder fazer sem levantar grandes perguntas? Também. E não querendo defraudar as vossas expectativas ao que aos meus dotes de mentiroso diz respeito, acho que qualquer mentira que conte para estar com ele irá resultar numa verdade mais aceitável do que a realidade.



Em todos os encontros que tive o maior problema era, sem dúvida, a falta de um local próprio. Tendo ele uma casa à sua disposição, é mais do que poderia pedir. No entanto parto do princípio que estar na casa de alguém leva a um nível de intimidade que posso não conseguir fingir. Não queria ter de sair horas depois só por que alguma investida correu "mal". Depois regresso a casa com cara de quê?


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

O Encontro Com Mais Suspense De Sempre


" - Os meus nervos, os meus pobres nervos" - dizia Miss Bennet em "Orgulho e Preconceito" . Hoje à tarde também eu o disse mentalmente umas quantas de vezes depois de o H me deixar.



O meu fascínio por homens mais velhos nunca foi segredo para ninguém (só para os meus pais penso eu). No entanto nunca tive algo verdadeiramente excitante com nenhum. Tirando, talvez a minha ida a casa de um para que me desse um livro, livro esse que não encontrou. E, finda a procura do livro, não houve nada para ninguém e cada um foi à sua vida.

Assim sendo, muitos anos volvidos e muita gente volvida também, meti conversa com o H. Podia dizer que ele tem idade para ser meu pai, e, se o dissesse a verdade seria mesmo essa, por que tem a idade dos meus pais e está mais bem conservado do que os dois juntos.

Tendo estado em muitos primeiros encontros quase às cegas, sei que ver uma pessoa numa foto e vê-la ao vivo são duas experiências completamente diferentes. Umas para melhor, outras para pior. No caso dele, para melhor, bem melhor!

Estando à minha espera em frente ao terminal rodoviário, dirijo-me a medo a um homem grisalho, de óculos e brinco na orelha. Era ele.
Primeira impressão? Boa, muito boa.


Por acaso a coisa correu bem, mas, se não tivesse sido o caso, ao menos o almoço teria sido o melhor que comi num encontro. Uns bifinhos com cogumelos e molho de cerveja acompanhados de batatas fritas que quase me esqueci do que queria verdadeiramente comer naquela tarde.


Na verdade, durante o almoço, acho que falamos de tudo menos do que fomos ali fazer. Quanto mais falávamos mais eu me apercebia de duas coisas:

1) Que o homem era demasiado engraçado para que uma pessoa não pudesse não gostar dele.
2) Que ao(s) rumo(s) que a conversa tinha levado, nenhum dele(s) apontava para que eu levasse alguma coisa dali naquela tarde. O que era grave, pois ele já manifestara o seu desejo de me pôr a mão em cima e eu, bicha desesperada de atenção, não me importava nada, depois de ver o que tinha à minha frente, que ele me pusesse a mão em cima.

E pôs mesmo.




Tendo ele de ir trabalhar, e ficando o seu emprego num local que me permitia apanhar o metro para me ir embora, acedi a mais uma boleia sua. Já a meio caminho começa-me a passar a mão na perna e naquela zona "cujo nome não deve ser pronunciado" e, acho que os meus "Não faças isso" eram os "Não faças isso" mais falsos da história das desculpas esfarrapadas. Por que a cada esfregadela que o homem me dava eu me enterrava mais no banco, prestes a derreter-me e a fundir-me com os estofos do dito. Só não fazia mais nada por que se fizesse o que queria, era capaz de ter acabado com a vida dos dois ao fazê-lo embater em alguma árvore. Até que chegámos ao destino dele e lá pensei eu, pobre criança inocente no carro do predador:

" - Bem, aqui em frente ao seu local de trabalho o homem não vai tentar nada..."

Convite para ir a casa dele, pena por não puder ser já amanhã e quando eu já ia para levar a mão ao puxador, qual momento Hollywoodesco, diz-me ele:

" - Ah, e antes que me esqueça......."

E pumba. Espeta-me um beijo que só não me apanhou mais de surpresa por estar à espera dele há quase duas horas.


Se pensava que estava em terreno perigoso para fazer tal coisa, não se parecia importar. Continuou e eu, já mentalizado de que não me podia afundar mais no banco, só me limitava a tentar leva-lo comigo. Durou um tempo inimaginável mas acabou tão depressa como começou.

" - O resto só em minha casa." - avisava-me ele a sair do carro enquanto eu repetia:

" - Não se faz isto a uma pessoa, não se faz..."

Mas ele fez. E estou tentado a aceder ao seu pedido para que ele possa fazer o resto.


Stalkeando Pelo Facebook

Lembram-se do recepcionista da clínica de que vos falei AQUI? É muito mau, enquanto esperava e, tendo-o ouvido dizer o seu nome ao telefone, ter ido ao Facebook procurar por ele até ao encontrar? E ao fim de dois,três minutos, encontrei-o.

Descobri duas coisas.

1) Que tem namorada.

2) Que é um marado de primeira apanha. E que isto, mais uma vez, serve para vos dizer que, quem vê caras não vê corações.

Mais Compras


Já ouvi e confere, está do caraças.

Bea Miller - Brand New Eyes [Video]

OneRepublic - Rich Love [Video]



Lady Antebellum - Heart Break [Video]



Nathan Trent - Good Vibes [Video]



Pablo Alborán - Saturno [Video]

terça-feira, 26 de setembro de 2017

E É Por Coisas Destas Que Continuo Solteiro

Falando com um rapaz que é psiquiatra:

" - Bem, se não rolar nada entre nós, pelo menos posso sempre ser teu paciente..."


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Um Post De Merda

Só gostava de partilhar o facto de que ando à meia dúzia de dias com uma prisão de ventre que nem vos digo nem vos conto. Se já tenho umas ideias merdosas, com toda esta merda acumulada, se isto me sobe à cabeça, fujam.


Defraudando Expectativas

Estava eu, pobre como sempre, à espera da camioneta, quando vejo um senhor a sair do Pingo Doce. Eu olho para ele, ele olha para mim, e um sorriso abre-se no seu rosto. Vem, todo contente, com as sacas a saltitar ter comigo e pergunta:

" - O senhor também é de Chaves?"


Fiquei mesmo triste por lhe ter respondido negativamente, o homem estava genuinamente contente por me ver!

A Lavagem De Roupa Dos Meus Sonhos [Video]


Por este senhor, eu aprendia a mexer na máquina de lavar!

The Dark Element - My Sweet Mystery [Video]


Olha, uma música gira. 


Como diria a D. Helena dos apanhados, "tudo de bom para ela", a Anette merece vá.

Danielle Bradbery - Hello Summer [Video]

sábado, 23 de setembro de 2017

Cortando O Tesão Alheio

Uma das coisas que mais abomino é aceder a falar com pessoal no Skype que, graças a Deus, ainda não consegue transmitir o nível de tesão do outro lado para nós. É que uma pessoa acede a falar com alguém só pelo lado politicamente correcto da coisa e depois lá vem a pergunta da praxe, que consegue ser tão ou mais batida do que a própria praxe:

" - Não me digas que também não estás com vontade..."


Depois de oito horas a aturar turistada, a única vontade que tenho é de ir dormir mesmo.
E, homens malucos por fazerem atentados à tarolada, parem de meter palavras nas nossas bocas. Outras coisas podem meter, mas palavras não.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Olivia Holt - Generous [Video]

Sim Senhor Major

Só para partilhar o facto de que, algures na minha zona, o Grindr apresenta um senhor que é a cara chapada do Major Valentim Loureiro. Tenho medo.


Pablo Alborán - No Vaya A Ser [Video]


Pablo, sempre a dar boas razões para assistir vídeos em mute.


Brincadeirinha, eu gosto das músicas do senhor.

Paloma Faith - Crybaby [Video]


"This can be the making of you
So let it all out, let it fall down"

Noah Cyrus - Again [Video]


"'Cause once you give and then you take
You'll end up wanting"

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Mais Compras


2 de Dezembro no Hard Club.

Crysalys - Moonlight Encounter [Video]



Momento Hilariante

Vocês sabem que quando o vosso sentido de humor é estranho e nem sempre oportuno, a possibilidade de as pessoas entenderem (e se rirem) das vossas piadas é quase nula. Por isso hoje tive de me auto-congratular perante um grupo de Canadianos que riu a bandeiras despregadas quando, adquirindo todos os bilhetes através do cartão de crédito de um deles, lançou algo como:

" - He's our sugar daddy"

Não podia deixar escapar esta. Não podia.

" - Well, i hope you don't have diabetes then..."


A Verdade Inconveniente

Hoje ao sair do escritório, diz a D, a alto e a bom som, para quem quisesse ouvir, completamente do nada:

" - Tu andas a precisar de foder..."


Já que ela encetou um jogo de "diga a verdade que toda a gente sabe mas que ninguém ousa dizer" a minha vontade foi ter respondido com:

" - E tu andas a precisar de levar duas chapadas na tromba..."

Mas como vocês já sabem queridos leitores, eu sou muito boa pessoa.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

A P`ta Da Mania

Quando aquela pessoa se chateia contigo por que não queres abdicar do teu horário de almoço para ires dar uma foda e ainda finaliza com:

" - Tens um bocadinho a mania tu..."


Tenho sim, uma mania maior do que a minha cabeça.

CNCO - Reggaetón Lento (Remix) [Video]

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Samael - Black Supremacy [Video]

Nadine Coyle - Go To Work [Video]



Shakira - Perro Fiel [Video]



Só para dizer que o Nicky Jam parece o A e que até me custou ver o vídeo.

Mais Compras


Como podem ver este ano controlei-me na Feira do Livro. Se no trabalho consigo dominar a língua não conseguiria domar a carteira noutras situações?

O Encontro Mais Condenado De Sempre

Conhecem aquele sentimento de "isto não vai resultar" que todos nós decidimos ignorar até experimentarmos o acto condenável em que estámos a pensar até que a altura da condenação chega e vocês não têm mais ninguém para culpar senão vocês próprios? É, aconteceu comigo hoje.


Se eu já tinha percebido pela conversa que o Lex (uma pessoa tem de variar nos acrónimos) tinha uns trejeitos que não me agradavam? Epá tinha. Mas tinha de tirar a prova dos nove. Ainda para mais o homem era (e é, confere) giro para caraças.


Quem é que manda um pedido de desculpa pela desilusão causada só por que se atrasou? Ele. Só ele. Só por que se atrasou dois ou três minutos. Provavelmente pensou que me iria desiludir também em termos físicos mas não. Continuei a achar-lhe a melhor das graças. A ele. Aos trejeitos é que não.


Eu sei, sou uma pessoa horrível. Não me interpretem mal. Para aqueles de vós que estão acostumados com este tipo de gíria, será errado dizer que esperam um comportamento efeminado de um passivo mais do que de um activo ou versátil? Tendo sempre passivo nunca fui nem senti necessidade de me "abixanar" de forma a arranjar companhia, tanto por não se coadunar com o meu feitio assim como por achar a coisa um tanto ou quanto estranha. No entanto é esse tipo de pessoas que me interpreta melhor. Ao falar com ele sobre uma série de coisas que se tinham amontoado ao longo dos anos relativamente a relações/encontros passados, face ao seu silêncio, lá lhe perguntei a medo, se teria dito alguma asneira:

" - É que és a primeira pessoa a verbalizar tudo aquilo que penso desde há muito tempo. Pensei que fosse o único a pensar desta forma, afinal enganei-me."


Para aqueles de vós que me seguem há mais tempo e sabem a complicação que vai nesta cabeçorra, imaginem encontrar alguém que diz pensar o mesmo que vós. Dois malucos. Melhor não podia ser.

Como melhor não podia ficar, vamos lá para a parte em que a coisa descambou: aquele(s) momento(s) em que me apercebi de que, com aquele homem, eu não saberia o que fazer na cama. Por que, sejámos sinceros, quando vocês assumem as rédeas, têm de mostrar que sabem o que fazer com elas. E não me pareceu, por muito que tenha gostado dele, que a coisa fosse resultar numa cama entre nós os dois.

A cereja no topo do bolo foi quando me disse estar ocupado na próxima semana a tratar das mudanças do filho para Lisboa devido à Universidade.

E agora vocês repetem mentalmente, como eu repeti.

Filho? Universidade?


Tendo já saído da Universidade há uns anos, não deixei de me sentir estúpido face ao facto de um homem com quem estava num encontro dito romântico, me dizer que tinha um filho que estava a entrar na Universidade. Eu podia ser aquele filho. Aquele homem podia ser meu pai. Sei que a idade é apenas um número e que ao vivo não deixei transparecer o que pensei quando ele largou essa bomba no meio da conversa. Mas senti-me mais estúpido do que o costume.


E agora vocês perguntam:

" - Mas então Logan, vais voltar a encontrar-te com ele ou não?"

Acho que a melhor resposta que vos posso dar é a da senhora dos apanhados:

Dúvida Existencial

Tirando o merchandising das t-shirts, qual é a diferença do Hard Rock relativamente a outros cafés? É que o do Porto abriu há uns meses, passo por lá todos os dias e acho que aquilo não tem nada de especial.


Mais Compras


O meu bilhete para EPICA em Novembro!!!